Discos Voadores em Itiúba

Ivan de Carvalho

 

 

Desde criança os discos voadores foram um tema que me fascinou. Agora, completadas seis décadas de vida, continuo fascinado, mas ainda não consegui ver nenhum. É uma frustração minha. No entanto, se alguém me pergunta, como é o costume, se eu acredito que existem discos voadores, respondo sem piscar: “Não, não acredito. Eu sei que existem.”


É que não sou como São Tomé. A prova mundialmente reunida vem de milhares de anos e se estende aos dias de hoje, avassaladora. Está na Bíblia, em livros sagrados da Índia, em registros de faraó, em pinturas de cavernas, nas esculturas de Palenque e outros lugares, em milhares e milhares de fotos, em centenas de filmes, em mitos e lendas de vários continentes, em imagens de radar, nas perseguições de aviões de caça, em milhões de testemunhos oculares, nas lembranças e relatos secretos e às vezes confessados ou flagrados de pilotos militares, de pilotos comerciais, de astronautas e ex-astronautas da Nasa.

Só negam esta vastíssima prova os governos – que sabem e participam de um amplo sistema mundial de encobrimento e desinformação orientado pelo governo americano – ou quem, por ignorância, mero desinteresse, preconceito, inclusive acadêmico, ou medo do ridículo planejado, se recusa a examiná-la.

Mas qual a razão dessas linhas em um site sobre Itiúba? Simples. Os UFOs (sigla em inglês para esses objetos voadores não identificados) já visitaram a querida cidade e suas cercanias.

Quando, ainda menino, eu morava na Rua da Estação, minha mãe, a professora Lygia, contou-me que algumas pessoas haviam visto, em pleno dia, três discos voadores de bom tamanho cruzando os céus da cidade, sem demonstrar pressa.

Surgiram ali por trás da Serra do Cruzeiro, atravessaram, lá pelo alto, a Avenida Getúlio Vargas e desapareceram atrás das serras opostas, em direção a Camandaroba. Minha mãe não foi testemunha ocular, creio que meu pai lhe contou o que ele ouviu das pessoas que estavam na citada avenida e disseram ter visto. Não me foi informado quais foram essas pessoas. E, sendo menino, não pensei em sair fazendo inquirições.

Anos depois, a segunda história. Também contada por minha mãe. Uma noite, no Coité, propriedade rural da família Carvalhal, pessoas da família (queridos parentes nossos) que estavam na casa da fazenda ficaram espantadas ao perceberem, de repente, que a noite de breu fora de casa tornara-se luminosa. Olharam e viram, a uns 500 metros de distância, uma luz de enorme intensidade, como que pousada no chão ou quase isso, iluminando a vegetação ao longo de centenas de metros. A história que me foi contada termina no momento em que aquela luz, sem um ruído, sem um movimento, sem nada, simplesmente apagou. O pessoal acabou indo dormir. E quando o Sol nasceu, nada mais de estranho foi notado na fazenda.

Deixo para o relato a seguir o terceiro evento ufológico itiubense que chegou ao meu conhecimento, por ser o mais ostensivo, quase diria escandaloso e do qual existe um detalhamento melhor e um grande número de testemunhas. Certamente, em nenhuma outra ocasião, aconteceu qualquer coisa assim em Itiúba.

 

SOBRE DISCOS-VOADORES EM ITIÚBA LEIA TAMBÉM:
- DISCOS VOADORES EM ITIÚBA II (pág.130) - Ivan de Carvalho
- DISCOS VOADORES EM ITIÚBA III (pág.131) - Fernando P. de Carvalho

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