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A História de cada um

Humberto Pinto de Carvalho

 

 

 

 

Vamos garimpar nossas histórias. Esta iniciativa não tem dono. É de todos nós itiubenses. É um Projeto para esta e outras gerações. Cabe agora a partida de maneira efetiva para escrever, falar, copiar, fotografar, enfim tudo que se puder saber para ser divulgado através do Site www.itiuba.kit.net/itiuba e resguardo da Ong Serra de Itiúba. Por que pensar em idade nesta hora. Temos é que ocupar o espaço que é seu, é nosso e de todas as pessoas que gostam desta querida terra chamada de Itiúba. Vamos falar de pessoas e coisas, de tudo que cada um julgue importante para aumentar o acervo. Vamos convocar o parente, o amigo, o colega para ajudar nesta jornada. Muitos têm o que contar revendo cartas, mapas e fotos. Qualquer dúvida consulte os colaboradores que já escrevem: Fernando, Bentivi, Djalma, Enock, Herbert, Hildebrando, Hugo, Humberto, Idelson, Ivan, Teixeirinha, Valmir, e Wilton ou peça a cooperação de outros. A história de cada um pode representar uma grande contribuição a este nosso trabalho. O importante é nos conhecer mais e mais. Timidamente atingimos o objetivo de historiar em todos as vertentes. Tudo que chegar às nossas mãos não sofrerá censura ou critica, pelo contrário, merecerá destaque e divulgação.

Só para incentivar aqueles nascidos lá para os anos de 1940, relembramos que naquele tempo se escrevia com canetas com cabo de madeira e pena de aço molhada no tinteiro, que produzia um belo exercício de caligrafia porque, dependendo da pressão que lhe imprimia, apresentava uma linha fina ou mais espessa. Também existia o lápis – tinta que não apagava com borracha. Recordarmos com saudade a bela caligrafia do senhor Joviniano Carvalho, pai dos irmãos Pinto de Carvalho, que usava essas canetas, mas acabou rendendo-se ao progresse e passou a utilizar a caneta Parker 51, provida de uma bomba, que sugava a tinta do tinteiro e assim o trabalho era executado com tranqüilidade por um ou dois dias. É bom lembrar o velho e útil mata-borrão, côncavo, onde era colada uma tira de papel grosso absorvente que secava o excesso de tinta da escrita. São estas e outras pequenas recordações que precisam de pouco tempo para migrar do imaginário para a Internet. Faça um pequeno esforço e volte à época que dependia dessas canetas e pena de pico de aço. Vale o esforço a custo zero.

 

 

 


Itiúba do meu Tempo - Fernando P. de Carvalho

fpcarvalho@globo.com