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Couros e Peles

Hugo Pinto de Carvalho

 

 

 

 

 

Antes da concorrência com os derivados do plástico, o município se beneficiou muito com a exportação de couros e peles de animais, e, ao contrário do que se pensa, os danos  à fauna local não foram muito significativos porque embora fossem negociados couros de jibóias, teiús, onças suçuaranas, e veados campeiros, o volume maior era  mesmo de couros de boi e carneiros abatidos para o consumo.

 

O maior depósito de compra e vendas foi o do coronel Belarmino Pinto que ficava na rua Cel. João Antônio, o qual mantinha uma equipe de operários para "espichar" os couros - como diziam na época - com varas, e colocar ao sol em local ventilado para secar para então depois juntar em grandes e pesados fardos para serem embarcados no trem.

 

 

 

 

 

 


Itiúba do meu Tempo - Fernando P. de Carvalho

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