No tempo do mata-borrão

Valmir Simões

 

 

 

A escola daquele tempo me traz muitas recordações. O lápis com borracha, a régua de madeira, a caneta tinteiro Parker, a caneta bico de pato, o tinteiro Eureka, o caderno de papel pautado, o pedaço de madeira que servia de licença para o aluno ir ao sanitário, a palmatória, o pequeno retângulo de madeira que servia como moldura para a pedra de escrita, onde era usado o dedo com saliva para apagar o que havia escrito. O velho mata-borrão sempre estava ao lado, com a finalidade de sugar o excesso de tinta das nossas escritas. O caderno de caligrafia nos ensinava a dar belos realces na nossa escrita.

Tenho saudades daquele tempo. O ensino tinha outra qualidade.


 






 


 








 




 



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Itiúba do meu Tempo - Fernando P. de Carvalho


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