O Fim das Máquinas de Escrever

Antônio Ricardo da Silva Benevides

 

 

 

 

Na década de 90, as máquinas de escrever deixaram de ser fabricadas no Ocidente pela Godrej & Boyce. Agora a referida indústria indiana, decidiu colocar o ponto final em uma trajetória de mais de um século.
Nos anos 60, fui aluno da Professora Francina Sampaio que ministrava curso de datilografia em sua residência. Inicialmente tive alguma dificuldade para aprender que deveria utilizar a mão esquerda nas teclas, cujas letras são, ASDFG e a mão direita, nas letras CLKJH. 
Naquela época, ainda não existiam os modernos e sofisticados computadores, as repartições públicas e as grandes empresas privadas, utilizavam a máquina de escrever como um equipamento imprescindível para realização de suas tarefas administrativas. 
Ao passar do tempo, tornei-me um exímio datilógrafo, o que me ajudou bastante, nas atividades por mim executadas, no Banco Econômico da Bahia S/A, do qual eu tive a honra de ser gerente nos anos 70.
Gostaria de registrar o meu respeito e admiração pela habilidade dos melhores datilógrafos que Itiúba já conheceu, não só pela agilidade, más também, pela simetria que todos preservavam, são eles: Hildete Rodrigues, tesoureira da Prefeitura Municipal de Itiúba; Judite Barbosa, Secretária do Prefeito, Antonio Simões Valadares; Humberto Pinto de Carvalho, coletor federal; Edvaldo Andrade, escrevente judiciário; Onésimo Ferreira Campos, escrivão policial e Joel Alves o contabilista de Itiúba.

 

 

 

 

 

 

 

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Itiúba do meu Tempo - Fernando P. de Carvalho


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