A Mala da Cobra

Hugo Pinto de Carvalho

 

 

Em tempos passados, foi muito comum em todas as feiras livres da cidade, a figura quase folclórica do vendedor de folhas, ervas e sementes medicinais da região, sempre acompanhado de uma grande, perigosa e colorida cobra venenosa, para atrair a atenção da população e principalmente de seus fregueses.

Como a serpente era sempre carregada dentro de uma mala de couro cru, em suas andanças de feira em feira, este estranho modo de transporte tornou-se uma curiosidade, que foi até criada a expressão “A mala da cobra”, sempre citada quando alguém queria se referir a alguma coisa perigosa, traiçoeira ou suspeita

 

 

 

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Itiúba do meu Tempo - Fernando P. de Carvalho


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