O Nó do Gogó

Valmir Simões

 

 

 

Nesta semana estava verificando os contos que já escrevi para o site da nossa terrinha e comecei a rascunhar alguma coisa que ainda está faltando, e como falta. Quando eu estava ficando rapazinho e mudando a fala, como diziam os mais velhos, tinha um tom de voz um tanto engraçado, como é de praxe quando o rapaz atinge uma certa idade. Não poderia imaginar, por ser o primeiro filho, que minha mãe, marinheira de primeira viagem, ficaria espantada com uma alteração apresentada logo abaixo do queixo, na região do pescoço, quando eu deglutia. O local em questão se movimentava. Depois de fazer perguntas a outras mães mais experientes veio a confirmação que não se tratava de nenhuma doença, era o “NÓ DO GOGÓ”. É morrendo e aprendendo, como dizia ela.




 

 

 

IR PARA O ÍNDICE DE CRÔNICAS DESTE AUTOR
IR PARA O ÍNDICE POR ASSUNTO
IR PARA O ÍNDICE POR AUTOR
IR PARA O ÍNDICE GERAL

 

Itiúba do meu Tempo - Fernando P. de Carvalho


fpcarvalho@globo.com