RIQUEZA MUTILADORA

Hugo Pinto de Carvalho

 

 

 

 

 

Foi nas décadas de 50/60, que a exploração do sisal atingiu sua maior produção em Itiúba gerando riqueza e emprego para uma população carente.

Porém, como nada é de graça como diz a letra de uma música de Zeca Baleiro, a “Era Nobre do Agave” cobrou seu alto preço mutilando uma geração de trabalhadores na região, em decorrência das péssimas condições de trabalho no campo sem nenhuma fiscalização governamental, quando eram utilizadas velhas e perigosas máquinas improvisadas para desfibrar a planta, que decepavam mãos e braços de seus operadores.

 

 

 

 

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Itiúba do meu Tempo - Fernando P. de Carvalho


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