CABEÇAS DE PROMESSA

Hugo Pinto de Carvalho

 

 

 

 

 

Quando ainda existia um velho e alto cruzeiro na Avenida Belarmino Pinto, que na época chamava-se ainda Rua Dois de Julho, era costume de algumas pessoas depositarem formas rústicas de madeira representando cabeças humanas, ao seu redor, que segundo uma crença popular serviam para pagar as promessas atendidas pelos Santos protetores. Porém, quando foram construídas as casas da quadra ao lado do viaduto Lauro de Freitas margeando a estrada de ferro, o místico cruzeiro e suas oferendas foram removidos do local sucumbindo ao progresso.

 

 

 

 

 

 

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Itiúba do meu Tempo - Fernando P. de Carvalho


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