Vejam um novo site com poesias, versos e poemas de itiubenses, clicando no seguinte link: https://sites.google.com/site/poetasitiubenses/

FAÇA PESQUISA NESTE SITE:

 

CLIQUE EM QUALQUER UM DOS LINKS ABAIXO E LEIA A CRÔNICA COMPLETA:

 

VÍDEOS DE ITIÚBA - Assista vídeos sobre Itiúba, produzidos por itiubenses

A IGREJA MATRIZ DE ITIÚBA (Fernando P. de Carvalho)

Na nova povoação, no período de 1880/1890, foi construído o prédio da
Igreja Católica, pequeno e sem muitas acomodações, porém, suficiente
para a pequena população do povoado recém-formado. O templo recebeu o
seu primeiro pároco, Padre Firmino de Souza Estrela, em 1886. 

RÔMULO PINTO DE AZEREDO (Egnaldo Paixão) -

Römulo Pinto de Azeredo,
é dono de uma das mais brilhantes
inteligências que já conheci.

A PRAÇA DA MATRIZ SILENCIOU (Egnaldo Paixão) -

Depois de quase noventa e quatro (94) anos
de vida útil e bonita, o velho Guilherme,
foi embora desta vida para a outra,
sem se despedir de nós.

100 ANOS E MAIS...(Egnaldo Paixão) -

Tem dias que estou com 100 anos e mais...
aí mergulho nos meus dias idos.

FEZ UM ANO O FALECIMENTO DO VADINHO (Egnaldo Paixão) -

Ontem fez um ano que faleceu WALDEMAR ARAÚJO, mais conhecido por VADINHO CARCEREIRO.

OS 87 ANOS DO MAESTRO EVILÁSIO (Egnaldo Paixão) -

Foi com muita alegria que a F4J fez uma apresentação
ontem, 20.09.2016, em frente à casa do Maestro Evilásio Mendes, que nos ouviu com grande satisfação.

SOBRE CIRCOS, RUMBEIRAS E PALHAÇOS (Max Brandão Cirne) - Vejo com os olhos   que a terra fria há de comê-los conforme hiperbolicamente e pleonasticamente a língua me permite, dos sentidos aflorados nas recordações, a grande lona de circo sendo montada por mãos calejadas e frontes suadas.

O VELHO AMERICANO (Max Brandão Cirne) - Conheci-o na minha adolescência. Era um negro retinto e sem sobrancelhas, costumava apontá-las dizendo que era um africano, não brasileiro, muito educado e cortês, parecia ser letrado e informado, pronunciava umas poucas palavras que na época pensávamos fosse inglês.

O HOMEM DA PEDERNEIRA (Max Brandão Cirne) - Não me recordo exatamente o ano. Acho que foi lá pelo ano de 1960. Sei que já se esfumou no tempo e no espaço. Era eu um garoto tomando conta da “venda”, assim era chamado o armazém de secos e molhados dos meus pais, lá nos sertões da Bahia, numa cidade chamada Itiúba.

O CEMITÉRIO DOS CRENTE (Max Brandão Cirne) - Ficou aquela criança estarrecida ao descobrir, em Itiúba, na década final de 1950 a início da de 1960, uma construção um tanto ou quanto destiorada e desterrada, a quem o povo denominava de “Cemitério dos Crentes”.

O BURACO DA VOVÓ (Max Brandão Cirne) - Belos tempos aqueles em que “o buraco da vovó” era apenas uma reentrancia encravada na rocha sólida, formando um paredão que se desenhava contra os céus, nos sertões de Itiúba.

ITIÚBA TERRA DO JÁ TEVE (Max Brandão Cirne) -Essa vida de velho ocioso e aposentado, embora não pareça para quem não conhece nem ainda alcançou essa coisa que alguns teimam em apelidá-la de “melhor idade”, tem lá suas vantagens. Não sei se virtude; que é a de obrigar o sujeito a ficar marrento a rememorar coisas do passado.

CURRAL DO CONCELHO (Max Brandão Cirne) - Nos anos idos em toda cidadezinha do interior e, até mesmo na Capital existiam os tais “Currais do Concelho”, formas e maneiras dos alcaides arrecadarem sempre mais e mais tributos.

A RUA DO CALUMBI (Max Brandão Cirne) - Nos sertões existe uma planta silvestre chamada de calumbi. Pelo menos duas espécies, as mais conhecidas, o calumbi branco e o unha-de-gato.

A FEIRA (Max Brandão Cirne) - Era como num passo de mágica. Feérica, vistosa, mágica. Não será exagero de dizer que todos se vestiam para ir até a Feira. Era quase que magia. Não era aquela coisa de compras e vendas, de trocas e escambos, mas de experiências, de afetividades, de experiências novas e de aprender mais.

A CAPIVARA DE CHOCALHO (Max BrandãoCirne) - O ano  não tenho  recordação. Era somente um garoto imberbe de pouco mais de cinco anos. Soube-o depois por notícia de meu pai.

SAUDADES DO VALMIR SIMÕES (Max Brandão Cirne) - Hoje amanheci com aquela saudade danada do meu amigo de infância Valmir Simões. Amanheci o dia, lavei e escovei as travagens, joguei umas gotas d!água na cara cheia de dobras e vincadas das cobertas, preparei um cafezinho, sentei na cozinha e me pus a matutar sobre nossas vidas na” Itiubinha dos amores”.
       
FOLIA DE REIS EM ITIÚBA (Max Brandão Cirne) - O tempo, este nosso companheiro implacável, possui a celeridade do átimo existencial. Porém, não se possibilita para enfraquecer as lembranças, sejam elas boas, sejam elas más.

GUERRA DE ESPADAS (Max Brandão Cirne) - O ano não mais  recordo-me. Acho que por volta de 1960 a 1962, em Itiúba tinha um médico chamado carinhosamente “Drº Manoel”, um sujeito todo bondade que, formado na capital escolheu a cidade de Itiúba para clinicar.

SERENATAS ITIUBENSES (Egnaldo Paixão) - Ontem ao luar a gente fingia que a lua era dos namorados.

ITIÚBA (EgnaldoPaixão) - Gosto muito de ti, mas não quando desprezam teus antepassados e jogam lixo na tua história.

BOLACHINHA" - Max Cirne Brandão - Quem nasceu numa cidadezinha perdida lá nas curvas do vento onde o tempo parece ter parado, sabe, com certeza, do que estamos falando.

O SOBRADO DO CORONEL(Egnaldo Paixão) -
Era um sobrado alto,
mais do que é do lado,
era um sobrado alto,
todo bem arquitetado

JOSÉ PINTO DE FREITAS, UM HERÓI DE VERDADE (Egnaldo Paixão) -
Era um sobrado alto,
mais do que é do lado,
era um sobrado alto,
todo bem arquitetado...

A PONTE ITIÚBA/ALTO (Egnaldo Paixão) -
Era um sobrado alto,
mais do que é do lado,
era um sobrado alto,
todo bem arquitetado.

A BOLACHINHA E O CARNAVAL DE ITIÚBA (Egnaldo Paixão) -
Era um sobrado alto,
mais do que é do lado,
era um sobrado alto,
todo bem arquitetado.

O MENINO QUE ESCREVIA CARTAS (Max Brandão Cirne) - Isto foi a muito tempo atrás. Começou lá nos sertões de Itiúba, uma cidadezinha nascida e crescida encravada entre altas montanhas. Poderia até dier que as montanhas formam muito mais um imenso buraco aberto por provável queda de algum desses meteoros gigantes sobre a terra.

35 MIL OLHARES E VOZES (Egnaldo Paixão) - Minha terra tem trinta e cinco mil olhares,
não tem palmeiras e os sabiás fugiram...

ÚLTIMO ADEUS DE VALDEMAR ARAÚJO - VADINHO (Eguinaldo Paixão) - Morre aos 86 anos incompletos o segundo mais velho músico de filarmônica, VALDEMAR ARAÚJO, conhecido por VADINHO.

JUSTA HOMENAGEM AO MAESTRO EVILÁSIO MENDES (Carlos Dias Lima) - “Deus honra, quem tem honra”. O nosso querido Evilásio escolheu a melhor parte da vida para escrever a sua história, quando resolveu investir e gastar o seu tempo buscando edificar a vida dos “BOLACHINHAS” da sua amada Terra, Itiúba!

OS 86 ANOS DO MAESTRO EVILÁSIO MENDES (Eguinaldo Paixão) - O músico filarmônico mais velho de Itiúba, Maestro EVILÁSIO MENDES, hoje está completando 86 anos de idade.

UM MENINO DOS SERTÕES (Max Brandão Cirne) - Nesta manhã cinzenta e chuvosa de segunda feira, o peito bate cheio de saudades de uma infância que cada dia mais se afasta, e,  não mais volta.

JUSTA EXPOSIÇÃO DA ONG SERRA DE ITIÚBA (Max Brandão Cirne) - Pelas mãos do seu fundador ou um dos seus fundadores, d a ONG SERRA DA ITIÚBA acaba de enviar-me, via E: mail, convite dando-me conta de fulgurante evento.

A CIDADE SEM MEMÓRIA II (Hugo Pinto de Carvalho) - Agora, descobrimos que estão invandindo a popular "Laje Grande" um dos pontos turísticos mais bonitos e originais de Itiíuba, para construirem casas, e certamente vão demolir também a belíssima "Pedra dos Namorados".

A CIDADE SEM MEMÓRIA (Hugo Pinto de Carvalho) - Como disse o famoso escritor francês, Victor Hugo em de uma suas célebres frases, “O progresso roda constantemente sobre duas engrenagens: faz uma coisa esmagando outra”.

PARABÉNS ITIÚBA! (Carlos Dias Lima) - Carlinhos do Dr. Nogueira, um privilegiado filho adotivo, dessa querida Cidade, parabeniza, o município de Itiúba pela passagem do seu aniversário de 80 anos de emancipação político-administrativa.

DR. EGNALDO DE SOUZA PAIXÃO (Aroldo Pinto de Azeredo) - Desperta minha atenção, a inteligência de um cidadão de Itiúba, o advogado, poeta, delegado, político, músico, maestro Egnaldo de Souza Paixão, talvez um dos melhores advogados da Bahia.

ANTÔNIO MACAMBIRA (Max Brandão Cirne) - Quem nasceu lá pras bandas de Itiúba sabe de quem estamos falando. Trata-se de um cidadão nascido e criado na cidade, funcionário público do Estado, com assento de trabalho no Fórum Local, Palácio da Justiça, sendo ele  conhecido dos quatro cantos da cidade.

AS DERRUBADAS E A BOLACHINHA (Egnaldo Paixão) - Começo estas palavras, dizendo que está na hora de se criar, em Itiúba, o CONSELHO DE CULTURA.

IVAN LEMOS, O QUE PARTIU (Max Brandão Cirne) - Tenho me afastado das pesquisas e leituras do SITE ITIÚBA DO MEU TEMPO. Obviamente motivado pelo câncer que está a me consumir dia a dia. Hoje, depois de algum tempo, retornei a ele e para dissabor meu,  lá estava escrito que o Ivan partira dessa terra.

SILENCIA A SONORIDADE ESPLÊNDIDA DO ROBERTO (Egnaldo Paixão)
Poucos o conheciam pelo nome de batismo e de registro: Wilson!
Bem mais jovem do que eu, quando o conheci já era ROBERTO,
moço humilde, batalhador, fadado ao crescimento!

MARIA CESAR - A PARTEIRA (Max Brandão Cirne) - Antigamente se dizia assim: Maria Cesar a maior parteira de Itiúba.

VAVÁ BRANDÃO (Max Brandão Cirne) - Quem conhece Itiúba não pode desconhecer um homem simples e simpático de apelido  e  nome, Vavá Brandão.

VALEU JOÃO! (Egnaldo Paixão) -
Nos deixou, hoje, 
o Oficial da Força Pública de São Paulo,
JOÃO RABELO, o nosso conhecido
JOÃOZINHO DO BÉU.

TANQUE DA NAÇÃO (Humberto Pinto de Carvalho) - Desconheço a razão da escolha do nome, desde início do Século passado, para uma pequena lagoa situada num Povoado encravado no sertão baiano.

COPA DO MUNDO (Hugo Pinto de Carvalho) - Em clima de copa do mundo no Brasil, isso me faz lembrar das dificuldades que a gente tinha na velha e querida Itiúba para acompanhar os jogos da seleção brasileira em antigas copas do mundo.

IVAN LEMOS DE CARVALHO II (Hugo Pinto de Carvalho) - Nosso amigo e conterrâneo Ivan de Carvalho, foi o mais brilhante aluno da velha e querida Escola Goes Calmon de Itiúba.

IVAN LEMOS DE CARVALHO (Fernando Pinto de Carvalho) - Nesta semana o inteligente itiubense Ivan Lemos de Carvalho partiu para a outra dimensão.

ITIÚBA - AÇUDE DO JENIPAPO (Fernando Pinto de Carvalho) - O Açude do Jenipapo é uma pequena represa construída com pedras e cimento, em 1921, no norte da cidade de Itiúba - Bahia, com a finalidade de amenizar a falta de água, devido as grandes estiagens da época.

LAMPIÃO EM ITIÚBA (Fernando Pinto de Carvalho) - Ao chegar à Fazenda Desterro, na margem do rio Jacurici, Lampião e seu bando encontrou o vaqueiro chamado de Zezinho do Licuri Torto. Ao saber que ele trabalhava para o Coronel Aristides, pessoa importante na cidade de Itiúba, imediatamente redigiu um bilhete

VIOLINO DO VELHO MOTA (Egnaldo Paixão) - Quando um violino de minha pequena Itiúba ainda tocava a Jardineira no carnaval de rua...

DOR DE FACÃO, DOR DE BURRO E DOR DE VIADO (Fernando Pinto de Carvalho) - Dor de facão, dor de burro e dor de viado. Francamente, nunca entendi porque deram  esses nomes tão estranhos àquela dorzinha de pontadas que se sente logo abaixo das costelas, depois de algum esforço, como correr ou nadar.

PINGA NÃO CHOVE (Humberto Pinto de Carvalho) - O tempo anda gerando confusão e com cara de ansioso. Sempre indeciso nos últimos invernos, primaveras e verões.

10 ANOS DA ONG ITIÚBA (Humberto Pinto de Carvalho) - Uma década que vale dois séculos de história é pouco. Vamos precisar de mais para que no futuro os filhos e amigos itiubenses saibam que nosso passado registrou o tempo e que vamos continuar com a nossa missão.

ITIÚBA, NOSSO CHÃO (Humberto Pinto de Carvalho) - Itiúba, beirando 80 anos de idade, como cidade, continua abençoada pelo Criador com sua topografia encantadora.

BARRAGEM RÔMULO CAMPOS (Humberto Pinto de Carvalho) - Nascido em 1930 participei de muitas histórias sobre nossa cidade.

MELANCIAS E OUTRAS FRUTAS (Humberto Pinto de Carvalho) - Relendo as narrativas do Portal itiuba.info - tão bem cuidado pelo Fernando, não encontrei uma só referência sobre as frutas da minha infância, em especial as melancias com formato comprido na cor “rajada” - uma mistura de verde claro e branco.

PEDRO CAJÁ (Humberto Pinto de Carvalho) - Como amigo e compadre, trago aqui uma pequena história de um cidadão que está beirando os 100 anos de idade vividos com dignidade e muito trabalho.

NO TRONCO DO UMBUZEIRO (Humberto Pinto de Carvalho) - Entalhar suas iniciais nos troncos das -arvores com uma faca, canivete ou caco de vidro, era uma maneira amável da demonstração de carinho. Os extremamente apaixonados esculpiam os nomes dos pombinhos após juras de amor eterno.

TROVÕES, ECOS QUE ASSUSTAM (Humberto Pinto de Carvalho) - O tempo anda gerando confusão e com cara de ansioso. Sempre indeciso nos últimos invernos, primaveras e verões.

ITIÚBA 79 ANOS DEPOIS (Egnaldo Paixão) - Tantos podiam contar tua história, 
mas poucos sabem-na.

O JEGUE (Fernando Pinto de Carvalho) - Volto a falar sobre o paciente e laborioso jegue.

1957 O ANO EM QUE O CIRCO DO PEDRO CORUJA SACUDIU ITIÚBA (Egnaldo Paixao)
Não lembro lonas e arquibancadas.
Não lembro palco e o que nele rolava

LACERDINHAS (Hugo Pinto de Carvalho) - Até a década de 50, todas as árvores de ornamentação das ruas da cidade eram exemplares de  “FICUS”, que, além de bonitas, também proporcionavam grandes sombras e dependiam de pouco trabalho para sua manutenção.

BRIGA DE GALOS (Hugo Pinto de Carvalho) - Apesar de proibida por Decreto do Presidente Jânio Quadros, a prática da briga de galos em Itiúba teve muitos adeptos até a década de 1960.

O CARNEIRO DO CARLINHOS III (Hugo Pinto de Carvalho) - Com o título acima e quando este Site foi criado,  eu contei  a história de um garoto que inovou em Itiúba percorrendo as ruas da cidade montando um carneiro branco no final da década de 1950.

NOMES E COGNOMES (Hugo Pinto de Carvalho) - Em Itiúba, até a década de 1950, era muito comum aplicar-se aos nomes de pessoas conhecidas, uma referência qualquer para diferenciá-lo de um homonimo.

SOBRE O PAOCO (Max Brandão Cirne) - Como sou um irremediável palpiteiro e gosto, sim de dar palpites em algumas coisas, depois de muito matutar, cheguei a uma provável explicação certa sobre o apelido do nosso personagem que viveu em Itiúba chamado e conhecido por paôco.

UM FILÓSOFO CHAMADO BANDUCA (Max Brandão Cirne) - O sujeito nasceu, cresceu e se casou em Itiúba. Conheço-o desde muito jovem.

ASSALTO AO CORREIO DE ITIÚBA (Max Brandão Cirne) - Se a memória não está enganando o escriba, foi por volta do início dos anos 1960 que um fato inusitado ocorreu em Itiúba gerando dores de cabeça para pessoas inocentes, inclusive.

PADRE SEVERO CUIM ATUÁ (Humberto Pinto de Carvalho) - No rastro do Padre a partir do seu regresso da Europa é encontrado como uma pessoa de temperamento explosivo, em especial quando alternou sua passagem pela politica de oposição ao Reino e sem obediência a Igreja.

EUCALIPTO, OITI E TAMARINEIRO (Humberto Pinto de Carvalho) - Por sua resistência e beleza, quase todas as sedes dos municípios do Piauí a Bahia foram plantados eucalipto, oiti e tamarineiro nas ruas e praças.

O PAPAI GARBOSO (Carlos Dias Lima) - Na nossa querida Itiúba houve um caso, conhecido dos antigos, ou seja: os antigos que hoje somos nós mesmos, os que têm a nossa idade, pois, o fato aconteceu nos idos da década de 50.

BRINCADEIRAS E BRINQUEDOS DO MEU TEMPO (Max Brandão Cirne) - Fico invocado, como se dizia antigamente, quando vejo crianças batendo pés nos shoppings espalhados pelas cidades, exigindo esse ou aquele brinquedo.

VAVÁ BOM-NO-PÓ (Max Brandão Cirne) - Era um homem completamente esquelético. Os braços desafiavam a lógica por não possuírem músculos. Tentava ser simpático com as crianças.

A PROSTITUTA E O BANHO DE FEZES (Max Brandão Cirne) - Essa história é dividida em dois atos, sendo de todos os idosos de Itiúba conhecida, pelo menos, os mais antigos.

OS PEDERASTAS DE ITIÚBA (Max Brandão Cirne) - Naqueles tempos não existiam tantos pederastas em Itiúba.

BERTINHO UM CAATINGUEIRO ARRETADO (Max Brandão Cirne) - Lá pras bandas do Distrito de Covas pertencente ao município de Itiúba, vive refestelado em sua poltrona forrada com o mais puro couro de bode curtido, m tabaréu arretado e merecedor de reconhecimento público.

O CARNEIRO DO CARLINHOS II (Carlos Dias Lima) - Tudo começou a partir do fato de haver um cliente do meu “Tio/pai”, o Dr. Nogueira, não me recordo do nome desse paciente, afinal, eu só tinha 10 anos. Só lembro que era morador no “Saquinho”, e que agradecido, pelo fato de ter sido curado, segundo ele, por Dr. Nogueira, resolveu presenteá-lo com um filhote de ovino.

PONTA-CABEÇA (Hugo Pinto de Carvalho) - Eram muitas as brincadeiras praticadas pela criançada alegre e saudável da cidade, porém uma chamava mais atenção até porque era a mais difícil de praticar. Era a chamada caminhada de ponta-cabeça, onde as mãos e não os pés é que eram utilizadas para se locomover.

ESCOLA GOES CALMON (Hugo Pinto de Carvalho) - Já se falou muito aqui sobre a velha e querida Escola Góes Calmon (a única da cidade até 1950), mas como esquecê-la se ela fez parte integrante de nossa feliz infância e alegre adolescência na não menos querida Itiúba?

O MANEQUIM DO MESTRE QUITU (Hugo Pinto de Carvalho) - A alfaiataria do mestre Quitu em Itiúba, era a única da cidade que mantinha um velho manequim que servia para moldar os paletós antes  de serem costurados.

O "COURO" DAS SERRAS DE ITIÚBA (Max Brandão Cirne) - Resolvi não poupar o Huguinho Carvalho das crônicas ferinas, fazendo pagar aqui, com a mesma moeda, o que escreve sobre personagens de Itiúba.

PEDRA BENÇA-MEU-TIO (Max Brandão Cirne) - Assim era conhecida a famosa pedra por onde corriam mocós e preás no silencio daquela parte da caatinga de Itiúba.

O CINEMA DE ITIÚBA (Max Brandão Cirne) - Dia de domingo costumava ir até o Adro do São Gonçalo do Amarante em visita a alguns amigos. Visitava todas às vezes, o enorme templo na pracinha, paredes rudes, grossas e seculares, testemunhas vivas de um passado de mando e desmando da religião, da imposição e da intolerância.

A ESTAÇÃO DA CALÇADA (Max Brandão Cirne) - Toda tarde de sábado a Estação da Calçada, em Salvador, ficava cheia de pessoas que lá comparecia para embarcar no trem.

A SERRA VELHA E O BANHO DE XIXI II (Max Brandão Cirne) - Devo dizer que o título não é meu para que eu não seja amaldiçoado como plagiador. O título pertence ao saudoso Valmir Simões, o qual acabo de ler no rico site de Itiúba uma das suas crônicas assim titulada.

NOS TEMPOS DAS SETE CASAS (Fernando Pinto de Carvalho) - Hoje aquelas casinhas unidas e com apenas uma porta e uma janela na frente  de cada uma, estão tristes e bem comportadas. Alguns anos atrás, porém, tudo era diferente.

BEJÁ OU SIMPLESMENTE BEIJÁ (Max Brandão Cirne) - A grafia correta certamente não deve ser aqui discutida, se “Bejá” ou se “Beijá”. O certo é que certamente e provavelmente se trata de uma corruptela da pronunciação enviesada dos sertanejos e do povo de Itiúba, quiçá até mesmo a ausência de um domínio linguístico.

A RÁDIO CULTURAL E A HORA DO ÂNGELUS (Fernando Pinto de Carvalho) - A hora do Ângelus ou  hora da Ave-Maria,  às  18h, na tradição católica, relembra,  por  preces e orações, o momento da Anunciação.

FERNANDO E A NOSSA BIBLIOTECA (Max Brandão Cirne) - Como sempre costumo fazer quase que diariamente, deparei-me no portal de “Itiúba do meu tempo” com uma crônica de reminiscências do Fernando sobre o seu tempo na Escola Goes Calmon e os livros que leu.

O TEIA DE ITIÚBA (Max Brandão Cirne) - Existem sujeitos que nascem com verdadeiro carisma. O “Teia” é um desses.

PAÔCO DO BOI-BUMBÁ (Max Brandão Cirne) - Eis que passado algum tempo, recordo-me de que o dito foi o preferido do senhor Joaquim Brandão para carregar as costas o pesado boi feito de madeira e chita. Era o paôco.

O BAR E O BEIJÁ (Egnaldo Paixão) -
Os homens bem postos da cidade,
para ele convergiam...

OS OLHOS DA FINADA CASTOLINA (Max Brandão Cirne) - Quem contava esta era o Antonio Macambira, juntamente o Zezito do cinema, hoje falecido, e alguns rapazes de Itiúba.

OS DOIS JOÕES DE ITIÚBA (Max Brandão Cirne) - Um deles tinha por sobrenome Leite. Era chamado de João do Leite. Seu pai era um negro retinto como a cor da mais profunda noite, de família muito boa e educada.

O RASGA-MORTALHA (Max Brandão Cirne) - Quem nasceu, cresceu e se formou na vida lá pelos lados dos sertões, pode muito bem confirmar a história do rasga-mortalha que costumava voar todas as noites entre pios e grasnados apavorantes.

SAXOFONISTA NILSON BACALHAU (Egnaldo Paixão) -
Quando você morreu há dez, talvez quinze anos,
tive vontade de chorar, mas lembrei-me
que você não iria gostar...

ITIÚBA, RAPADURAS E O PADRINHO (Fernando Pinto de Carvalho) - A rapadura é originária dos Açores e/ou das Ilhas Canárias. Surgiu no século XVI  para solucionar  o transporte de açúcar em quantidades individuais, pois o açúcar granulado umedecia e melava facilmente.

A BIBLIOTECA DA ESCOLA DE ITIÚBA (Fernando Pinto de Carvalho) - Recentemente eu consegui todos os livros infantis de Monteiro Lobato e já reli alguns. É um volta aos velhos tempos da Escola Goes Calmon em Itiúba.

MANU O ARRANCADENTES (Max Brandão Cirne) - Quando criança lá nos sertões de Itiúba existia um sujeito apelidado de Manu e de todos, conhecido, vindo da Região da Cajazeira que se estabeleceu com uma sortida casa comercial.

O BAR DO ZÉ DANTAS II (Max Brandão Cirne) - Era um ponto aonde costumávamos ficar e permanecer a olhar as partidas de sinuca. Também podíamos jogar naquelas sinucas enormes do “seo” Zé Dantas que não existia perigo de sermos presos nem a polícia nos flagrar.

"SEO" EUTÍMIO E O ZECA COTÓ (Max Brandão Cirne) - Era uma vez em Itiúba. Os personagens chamavam-se Eutímio – homenzarrão pele banca, de pouca ou nenhuma letra, empregado o Açougue Municipal de Itiúba.

ESPELHOS DE MINHA SAUDADE (Egnaldo Paixão) -
Há quanto tempo.
Eu era menino e a Escola
era pública e tinha o nome
de um político: Góes Calmon.

CURIOSIDADE (Hugo Pinto de Carvalho) - A bandeira é definida classicamente como sendo o símbolo representativo de um estado soberano, ou país, estado, município...

LOBISOMEM EM ITIÚBA (Hugo Pinto de Carvalho) - Em seu recente conto para o Site, o colaborador nosso amigo e conterrâneo Max Brandão, falou do lobisomem do Bairro do Alto que, em luta corporal com o Malaquias, teve sua identidade descoberta.

CAPITÃO "FERREIRA" E A CAAPORA (Max Brandão Cirne) - Na verdade seria preferível dar o nome como a entidade é conhecida pelos sertanejos – Caipora. Aliás, o que sempre impliquei, embora não seja um filólogo.

ITIÚBA MULAS DE PADRES E LOBISOMENS (Max Brandão Cirne) - A década, se a memória não nega, era a de “70”. Lobisomens, mulinhas, assombrações diversas povoam o mundo de Itiúba.

MALAQUIAS E O LOBISOMEM DE ITIÚBA (Max Brandão Cirne) - Ele era um homem de baixa estatura, analfabeto, muito valente e, sobretudo um notívago.

ITIÚBA E A CULTURA QUE NÃO VINGOU (Max Brandão Cirne) - Pouca gente, em aqui falando, se ler, certamente não dará credibilidade ao escrito, muito menos ao escrevinhador o que revelará. Quando se fala em cultura devemos estabelecer a dicotomia que dela se faz, dividindo-a em cultura no sentido das práticas de cidades e comunidades e cultura no sentido acadêmico, portanto, nas suas diversas acepções.

A COPA DO MUNDO DE 1958 E O BAR DO CARLOS PIRES (max Brandão Cirne) - Ontem, dia 03 de julho, em algum lugar de Santo Antonio de Jesus, me encontrei, casualmente, com o jogador Júnior, Penta Campeão de Futebol do Brasil na Alemanha.
    

PAÔCO DE ITIÚBA (Max Brandão Cirne) - Acredito que se tratava de uma corruptela de “Pau Oco”, costume das pessoas nascidas no sertão baiano. Assim era conhecido de todos o famoso PAÔCO homem simplório, que era conhecido e solicitado como carregador e descarregador de caminhões

FOLHINHAS DO DIA A DIA (Hugo Pinto de Carvalho) - Em Itiúba até a década de 1960, todas as casas, escritórios e repartições públicas, mantinham uma Folhinha  (calendário), afixada em um cômodo da residência para marcar e verificar os dias da semana.

BELEZAS NATURAIS (Hugo Pinto de Carvalho) - Na velha e querida cidade de Itiúba, além das montanhas que a rodeiam formando um caldeirão, como dizia o cangaceiro Lampião, existem várias outras belezas naturais que, talvez, pelo simples fato de convivência diária, muitos moradores nem se dão conta delas.

OS PROFISSIONAIS (Hugo Pinto de Carvalho) - Os antigos profissionais de Itiúba, além de competentes, também mostraram que eram inteligentes. Todos eles exerciam mais de uma atividade para sobreviverem em uma cidade onde era pequeno o mercado, mas a concorrência de mão de obra era grande e acirrada.

O PRIMEIRO PREFEITO DE ITIÚBA (Hugo Pinto de Carvalho) - O itiubense Belarmino Pinto de Azerêdo  (1893-1959), foi o primeiro prefeito eleito de Itiúba, em 1936, e considerado o maior politico local em seus quatro mandatos à frente dos destinos do município.

JOÃO DO BODE (Max Brandão Cirne) - Era um negro alto esguio e forte, de quase dois metros de altura. Morava na Rua do Corte, que nada mais era do que um amontoado de infames barracos.

"SEO" QUITU (Max Brandão Cirne) - "Seo" Quitu era um homem grande e forte. Alfaiate de profissão criou, entre cortes de tecidos, ternos e calças avulsas, uma prole grande.

APELIDOS (Hugo Pinto de Carvalho) - O senhor João de Castro, antigo comerciante da cidade, gostava de por apelidos nas pessoas mais próximas e foi assim que ele rotulou todos os filhos do velho e conhecido Antônio Carteiro.

UM BAIRRO QUE SURGE (Hugo Pinto de Carvalho) - A “Fazenda Saquinho”, que foi uma das propriedades do coronel Aristides Simões de Freitas, localizada no sopé da Serra do Cruzeiro e próxima ao bairro do Alto do Vintém, e que servia de pastagem para o rebanho de gado do velho coronel.

A FUNDADORA DE ITIÚBA (Hugo Pinto de Carvalho) - D. Isabel Simões da Silva Freitas (1841-1939), carinhosamente chamada de D. Iaiá Bebé, mãe do Coronel Aristides Simões de Freitas e sobrinha do lendário Padre Severo Cuim Atuá,  é considerada a fundadora de Itiúba.

A LAMBRETA DO BULULICA (Hugo Pinto de Carvalho) - Lá pelas décadas de 1960, o nosso saudoso amigo Manoel Carlos (Bululica), talvez influenciado pela “onda” da jovem guarda, invocou de comprar uma velha  e barulhenta Lambreta.

ITIÚBA DOS MEUS SONHOS (Max Brandão Cirne) - O site de Itiúba trouxe um artigo postado pelo meu colega, o poeta e advogado Egnaldo Paixão, sob o título “Morre lentamente Itiúba dos meus sonhos antigos”, com seu grito surdo e abafado sobre Itiúba que está desaparecendo, inaugurando o seu artigo perguntando sobre o circo do Pedro Coruja.

"SEO" JOVEM DE ITIÚBA (Max Brandão Cirne) - Quando eu o conheci, ainda era eu um garoto imberbe, lá pelas bandas de Itiúba. Refiro-me ao “seo” Jovem, homem de cabelos grisalhos, olhos se não me engano claros, mais ou menos biótipo americanizado.

ACABOU-SE O QUE ERA DOCE (Hugo Pinto de Carvalho) - Até a década de 1950, o município de Itiúba era um grande produtor de mel de abelhas, principalmente das espécies “Munduri” e “Mandassaia”.

PERIGO À VISTA (Hugo Pinto de Carvalho) - Em Itiúba o riacho que corre do Açude do Coité até o Açude do Jenipapo, pelo centro da cidade, está seco desde a década de 1970 devido a escassez de chuvas mais fortes na região.

O GOVERNO CARREGADOR (Hugo Pinto de Carvalho) - Em décadas passadas, Itiúba teve seus vários carregadores como os inesquecíveis  Melé, Beijá, Tonho de Iaiá, Adelino, o Ló e também um cujo apelido era “Governo”.

AS BICICLETAS DO JOÃO FRANÇA (Hugo Pinto de Carvalho) - Até a década de 1960, foi grande o número de bicicletas em Itiúba servindo de transporte e lazer de seus proprietários que podiam rodar tranquilos pelas ruas da cidade, sem carros e motos.

LANÇA-PERFUME (Max Brandão Cirne) - Antigamente no meu tempo de juventude lá pelas bandas de Itiúba, as coisas eram outras e os significados, também.

O F.N.M. DO RAIMUNDÃO (Hugo Pinto de Carvalho) - Quando o Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS), iniciou os trabalhos de construção do açude Camandaroba em 1950, seu primeiro veículo de auxilio á grande obra foi um caminhão da marca FNM.

CARNAVAIS DE RUA (Hugo Pinto de Carvalho) - Até a década de 1950, eram bastante animados os carnavais de Itiúba com seus blocos de mascarados percorrendo as principais ruas da cidade acompanhados pela mesma orquestra que tocava à noite nos bailes.

MASTRUZ COM LEITE (Hugo Pinto de Carvalho) - Até a década de 1950, eram bastante animados os carnavais de Itiúba com seus blocos de mascarados percorrendo as principais ruas da cidade acompanhados pela mesma orquestra que tocava à noite nos bailes.

ESTRANHOS NO NINHO (Hugo Pinto de Carvalho) - Assim como eu, muitos itiubenses que por força das circunstâncias tiveram que deixar a cidade em épocas passadas, hoje, quando a visitam, devem  sentir-se totalmente estranhos em meio àquelas mesmas ruas, praças e jardins.

SANDÁLIA PRIMITIVA (Hugo Pinto de Carvalho) - Pelo que eu sei, na velha e querida Itiúba nas décadas de 40,50 e 60 já se usava uma primitiva sandália de couro presa aos pés por tiras entre os dedos, idênticas ás modernas “Havaianas”, de espuma, de hoje, e eram apelidadas de “salga-bundas”, porque quando o usuário caminhava ela espalhava terra para trás.

O PIONEIRO DO SISAL (Hugo Pinto de Carvalho) - Em Itiúba, o dinâmico empreendedor conhecido por  Dedeu Vilas Boas, foi inegavelmente o pioneiro no cultivo e exploração e benefeciamento do sisal quando ainda no município só se plantava feijão, milho e mandioca.

O TREM DE FERRO (Hugo Pinto de Carvalho) - Muito já se falou aqui sobre o velho "trem de ferro" (eu inclusive), porém, como o assunto é vasto considerando que era o único meio de transporte da cidade em épocas passadas, vale lembrar que nos bons tempos da estrada de ferro, eram vários os tipos de comboios que passavam por Itiúba.

A BENEMÉRITA (Hugo Pinto de Carvalho) - Seu nome era Judith Barbosa de Souza Mota, e se destacou por sua inteligência, generosidade, trabalho e amor a sua terra natal.

CIGANOS (Hugo Pinto de Carvalho) - Os nômades ciganos, a exemplo de todo o mundo, sempre passavam pela velha cidade de Itiúba  com suas tropas de animais e, invariavelmente, acampavam no campo de futebol onde hoje é o Colégio Belarmino Pinto, no bairro dos Cambecas.

ESTRANHA PINTURA PARA CABELOS (Hugo Pinto de Carvalho) - São vários os casos engraçados e até absurdos contados aqui pelos colaboradores, que aconteceram na velha cidade, como o do sapateiro Otacílio que morava nos fundos de uma casa da Praça da Matriz.

TREM A LENHA (Hugo Pinto de Carvalho) - Até a década de 1940, todos os trens da Rede Ferroviária Federal que passavam por Itiúba eram com as antiquadas e fumacentas locomotivas de caldeira á lenha.

A RISADA DO PEROCI (Hugo Pinto de Carvalho) - Até a década de 1960, era razoável o número de jovens itiubenses que estudavam em Salvador, e quando retornavam durante as férias de fim de ano a cidade ficava mais movimentada e mais alegre, e era motivo para promover festinhas na Rádio Cultural, no Grêmio e no tradicional Clube Dois de Julho e participar da seleção de futebol da localidade.

DOENÇAS EPIDÊMICAS (Hugo Pinto de Carvalho) - Nos velhos tempos da cidade, como o sistema de proteção á saúde era precário e nem médico havia no município;

OS POVOADOS MAIS ANTIGOS (Hugo Pinto de Carvalho) - O primeiro povoado que surgiu na região do municipio foi o de São Gonçalo do Amarante, no alto da denominada e fértil Serra da Itiúba nos anos de 1600;

FOGÃO JACARÉ (Hugo Pinto de Carvalho) - Quando o minúsculo, prático e portátil FOGÃO JACARÉ, a querosene, criado pela Companhia ESSO de Petróleo chegou a Itiúba na década de 1950, fez tanto sucesso que quase substituiu quase todos os velhos fogões a lenha da cidade na época.

O PEDREIRO E O PASSARINHO (Hugo Pinto de Carvalho) - O pedreiro Nelson Mangabil, um velho amigo de infância, tinha por hábito acordar muito cedo beirando a madrugada e, logo após os primeiros goles de café, pegava suas ferramentas e seu inseparável boné de brim, e seguia para o trabalho não se importando se o dono do serviço já havia acordado ou não e, pacientemente, ficava aguardando alguém que lhe abrisse as portas.

A VOZ DE ITIÚBA (Max Brandão Cirne) - Itiúba do nosso tempo era cheia de coisas boas e inesquecíveis a exemplo do Serviço de Alto-Falantes A Voz de Itiúba

OS SAPATOS DO "SEU" BARANDÃO (Max Brandão Cirne) - Era assim conhecido o sapateiro mais famoso da minha infância.

BARRO E MADEIRA (Hugo Pinto de Carvalho) - Até a década de 1960 era comum no município o uso de vários utensílios de barro cozido como potes, pratos moringas e panelas, e também de madeira como gamelas, pilões, colheres de pau  e almofariz para pisar temperos.

MILAGRE OU COINCIDÊNCIA (Hugo Pinto de Carvalho) - Como a estrada que liga Itiúba a Camandaroba é contornada por altas serras e grandes pedras, após uma chuva intensa de trovoada em 1959 ocorreu um perigoso deslizamento de terra interditando a velha estrada por mais de quinze dias.

QUEDA DE BRAÇO (Hugo Pinto de Carvalho) - Também chamada de “Cana de braço” (não sei por que!), esta brincadeira que na verdade era uma competição entre garotos, adolescentes e adultos, foi muito praticada na cidade, e, claro, só os fortões ganhavam.

QUEBRA POTE (Hugo Pinto de Carvalho) - Brincadeira também conhecida como “Cabra cega”, foi bastante praticada até a década de 1960 por crianças e adolescentes da cidade, sempre nas bonitas noites de luar do sertão.

O TANQUE DA NAÇÃO (Hugo Pinto de Carvalho) - De uma simples fonte d’água que servia de bebedouro aos animais da Fazenda Salgada de D. Isabel Simões de Freitas, O Tanque da Nação ganhou este nome depois que a fazenda tornou-se cidade.

ITIÚBA E A "SERRA A VELHA" OU "CERRA A VELHA" (Max Brandão Cirne) - Escrevi e pesquisei bastante sobre o tema, em especial quando jovem, porém, sem ter logrado uma explicação satisfatória. Refiro-me a uma cerimônia que ocorria em Itiúba, minha cidade natal, durante a chamada Semana Santa.

ZÉ DO QUEBRA-QUEIXO (Hugo Pinto de Carvalho) - Ele foi o primeiro vendedor ambulante dos populares doces de D. Djanira Pitanga na cidade, quando ainda adolescente, porém, depois de adulto e  constituir família dedicou-se a fazer e vender seu próprio doce conhecido como quebra-queixo.

FOGUEIRAS DE SÃO JOÃO (Hugo Pinto de Carvalho) - Em todo o interior do estado da Bahia sempre se comemorou os festejos de  São José, São João e São Pedro com muitos fogos e a tradicional fogueira, em volta da qual os namorados faziam seus pedidos.

OS PROFISSIONAIS (Hugo Pinto de Carvalho) - Itiúba teve o privilégio de ter muitos de seus filhos como profissionais nas mais diversas modalidades o que, de certo, muito contribuiu para seu desenvolvimento.

O COMÉRCIO DA CIDADE (Hugo Pinto de Carvalho) - Até a década de 1960 os principais estabelecimentos comerciais da cidade foram o Bazar Popular do Valdo Pitanga, os armazéns do Nino Pires, Banduca,  Zé Homem, e  do Elisio Ferreira.

CRUZEIROS HISTÓRICOS (Hugo Pinto de Carvalho) - Os dois cruzeiros (o de cima e o debaixo como são conhecidos) e erguidos no topo da Serra do Cruzeiro, são tão antigos que não se encontram neles qualquer inscrição que indique  quando ali foram  fincados, por quem e o motivo.

FEITO A FACÃO (Hugo Pinto de Carvalho) - Em Itiúba era comum dizer que quando uma coisa não era bem elaborada, era porque teria sido “feita a facão”.

FAZENDO GELO COM FOGO (Hugo Pinto de Carvalho) - As primeiras geladeiras domésticas utilizadas em Itiúba foram a base de querosene que alimentava uma chama para aquecer seu mecanismo fazendo  circular o gás de refrigeração.

LAMPARINAS E CANDEEIROS (Hugo Pinto de Carvalho) - Como já foi dito aqui por mim próprio e outros colaboradores que o sistema de energia elétrica da cidade até a década de 1980 era deficiente e precário, por esse motivo seus moradores se utilizavam de muitos tipos de luzes

O ANDARILHO ESPANHOL (Hugo Pinto de Carvalho) - Em 1965 quando na ocasião eu era chefe da Agência dos Correios em Itiúba, passou pela cidade um jovem andarilho espanhol com aparência de Hippie dizendo que estava percorrendo o continente americano;

A BESTA E O PÃO (Hugo Pinto de Carvalho) - Muita gente se admirou quando os carros utilitários de modelos Vans importados da Coréia do Sul começaram a chegar ao Brasil em 1990 com o nome de “BESTA”.

O CAMINHONEIRO VELOZ (Hugo Pinto de Carvalho) - Até a década de 1950 ficou muito conhecido em Itiúba um caminhoneiro com o apelido de “Gaião” que passava pela cidade toda semana com seu caminhão equipado com 24 buzinas intercaladas que eram tocadas em um improvisado e rústico teclado de botões, executando pequenos trechos das músicas do Rei do Baião Luiz Gonzaga, principalmente a popular “Asa Branca”.

PAPAI NOEL 50 ANOS DEPOIS (Antônio Ricardo da Silva Benevides) - Sou nordestino autêntico, nasci entres as serras no município de Itiúba Bahia, sou oriundo de uma família extremamente católica, fui criado ouvindo dos meus pais que no dia 25 de dezembro, comemora-se o nascimento do menino Jesus.

CRÔNICA 1000 (Fernando Pinto de Carvalho) - O Site de Itiúba e seus colaboradores estão de parabéns.

CHURRASQUINHO DE GATO (Hugo Pinto de Carvalho) - Alguns seresteiros itiubenses nas décadas de 50/60 tinham como costume assar galinhas  a meia-noite nos velhos fornos a lenha das padarias locais para servir de merenda durante as cantorias ao luar, porém, quando não tinham dinheiro para comprar as “penosas” apelavam para o “churrasquinho de gato”.

PESCA PREDATÓRIA (Hugo Pinto de Carvalho) -Todo fim de ano quando as águas do riacho do Coité baixavam e as cacimbas perdiam seu volume, os pescadores de Itiúba realizavam a estranha pesca chamada “Mexida do Poço”.

MATA-MOSQUITO (Hugo Pinto de Carvalho) - Em Itiúba até a década de 1960 os Agentes de Saúde que combatiam os mosquitos causadores de epidemias como da febre-amarela e da dengue, por exemplo, eram conhecidos como “Mata-mosquitos.

LADRÃO DE GALINHA (Hugo Pinto de Carvalho) - Ladrão, sempre existiu em todo lugar. Porém, ladrão de galinha só mesmo em pequenas cidades do interior como em Itiúba até a década de 1960.

FEIRA LIVRE (Egnaldo Paixão) - Do beco do Jipe e descendo mais
encontram-se CD`s DVD`s sapatos e roupas
pilhas e rádios gravadores baratos e falsificados.

OS PIONEIROS NO COMÉRCIO DE PANIFICAÇÃO (Hugo Pinto de Carvalho) - Os irmãos Antônio e João de Castro descentes diretos de portugueses, foram os pioneiros no comércio de panificação em Itiúba e dominaram por muitos anos o referido mercado na época em que só existia o forno a lenha.

CARNE DE JIBÓIA (Hugo Pinto de Carvalho) - Comprovadamente a jiboia é a maior cobra não venenosa que habita as matas de Itiúba.

OS CASSACOS (Hugo Pinto de Carvalho) - Assim como os operários que ajudaram a construir Brasília eram chamados de “Candangos”, os operários que trabalharam na construção do grande Açude de Camandaroba ,em Itiúba, eram denominados de “Cassacos”.

ERA UMA VEZ EM ITIÚBA (Max Brandão Cirne) - Com a idade e a aposentadoria a ociosidade se torna um fato e uma realidade. Então, rememoramos os acontecimentos vividos e experimentados, desde a infância até os dias atuais. É muito bom recordar.

DE CUIA NA MÃO (Hugo Pinto de Carvalho) - A cuia foi um utensilio muito usado no nordeste brasileiro, e em Itiúba não foi diferente.

O TAMBORIM DE COURO DE TEIÚ (Hugo Pinto de Carvalho) - O tamborim é um pequeno tambor de percussão que se usa segurando com uma mão e batendo com a outra com uma fina vareta de pau, produzindo o chamado som repicado.

CÁGADOS E JABUTIS (Hugo Pinto de Carvalho) - O cágado e o jabuti pertencem á ordem dos répteis quelônios e surgiram a 195 milhões de anos no período Triássico, e quase nada evoluíram em suas características principais.

BRINCADEIRAS, BRIGAS E PROVOCAÇÕES DE MENINOS (Fernando Pinto de Carvalho) - Na Itiúba do meu tempo as crianças eram livres e durante o dia, passavam mais tempo nas ruas do que em casa.

DITOS POPULARES (Hugo Pinto de Carvalho) - Como em outras cidades do interior, a população de Itiúba também fazia muito uso de vários ditos populares existentes no país.

BOI-BUMBÁ E O JARAGUÁ (Hugo Pinto de Carvalho) - Folguedo do folclore popular do norte e nordeste do Brasil, o Bumba-meu-boi também conhecido como Boi-Bumbá, foi muito encenado em Itiúba pela comunidade do povoado da Tapera ao qual foi dado o nome de “Boi da Tapera”. Inicialmente participava dos festejos em comemorações ao Dia de Reis, e depois nos carnavais de rua da cidade.

TERRAS SALGADAS (Hugo Pinto de Carvalho) - Com sua origem na “Fazenda Salgada” de D. Iaiá Bebé, a cidade de Itiúba não podia ser diferente. Suas terras, cacimbas, açudes, rios e riachos são salgados, e seu centro urbano, justamente onde outrora foi a grande fazenda, o teor do sal ainda é mais acentuado, prejudicando inclusive até suas construções.

A CHARRETE DO CHEFE (Hugo Pinto de Carvalho) - Desde sua criação na década de 1940 até sua desativação na década de 1980, a “Fazenda do Estado” manteve uma bonita e colorida charrete puxada pelo mais belo cavalo de sua coleção para uso exclusivo do Engenheiro Agrônomo encarregado de sua administração, para percorrer suas vastas terras e andanças pela cidade.

O QUEBRADOR DE SODA CÁUSTICA (Hugo Pinto de Carvalho) - Como antigamente a soda cáustica era muito usada na fabricação do chamado sabão de massa, em Itiúba o perigoso produto era vendido abertamente e até sem os cuidados devidos, em todos os armazéns da cidade.

CARVALHO (Hugo Pinto de Carvalho) - Originário de uma grande árvore abundante na região de Coimbra, em Portugal, o sobrenome “CARVALHO” sempre fez parte de muitas famílias de Itiúba.

A TRAÍRA (Hugo Pinto de Carvalho) - Abundante nos Açudes do Coité e do Jenipapo até a década de 1960, a Traíra foi muito consumida em Itiúba, principalmente pela excelência de sua tenra e saborosa carne.

O PRIMEIRO CAMINHÃO DA CIDADE (Hugo Pinto de Carvalho) - O primeiro caminhão da cidade, de procedência americana, foi apelidado de  “JAU” e adquirido em Recife em 1925 pelo coronel Belarmino Pinto, e a chegou a Itiúba de trem.

O PÁSSARO CHAMADO SOFRÊ (Hugo Pinto de Carvalho) - Ricamente colorido em vermelho, preto, amarelo e branco, o mais bonito pássaro da fauna itiubense é sem dúvida alguma o que tem o estranho nome de “Sofrê”,  também conhecido como “Corrupião”.

AÇUDE PÚBLICO JACURICY (Hugo Pinto de Carvalho) - Oficialmente a denominação do açude de Camandaroba é “Açude Público Jacurici”, porque represa as águas do rio que tem este nome.

REPARTIÇÕES PÚBLICAS (Hugo Pinto de Carvalho) - Como em todas as cidades do interior, Itiúba até a década de 1960 teve  também as repartições como as Coletorias Estadual e Federal, a Agência dos Correios e Telégrafos e a Agência de Estatística do IBGE.

OS PIONEIROS DA CIDADE (Hugo Pinto de Carvalho)- A cidade de Itiúba só tem que se orgulhar de seus pioneiros, como o Coronel Mansos Sampaio que foi um intransigente político que mantinha a ordem e o respeito entre seus conterrâneos e que contribuiu muito com o progresso de sua terra.

FAZENDA DO ESTADO (Hugo Pinto de Carvalho) - A fazenda do estado localizada no sopé da Serra de Itiúba, as margens da estrada de ferro e do açude do Coité, foi criada como Fazenda Modelo na década de 1950.

REMÉDIOS POPULARES (Hugo Pinto de Carvalho) - Como não existia médico na cidade, quase todas as crianças em Itiúba nas décadas de 50/60 tomavam remédios populares administrados por suas mães para os mais variados males, e que praticamente não tinham nenhuma contra indicação.

ITIÚBA (Hugo Pinto de Carvalho) - Como é notório, o nome da cidade originou-se da designação da grande e velha Serra da Itiúba, cuja importância chamou a atenção até do escritor Euclides da Cunha que a citou em seu famoso livro “Os Sertões”.

A ESCADINHA (Hugo Pinto de Carvalho) - Antes da construção do viaduto Lauro de Freitas sobre a estrada de ferro ligando a Avenida Belarmino Pinto à Praça da Matriz, o que havia no local eram duas escadas de cimento armado.

GUARDA-CHAVES DA ESTRADA DE FERRO (Hugo Pinto de Carvalho) - O Sr. João Martins pai do ‘Boca’ e do Eduardo, foi um itiubense caprichoso de seus deveres como guarda-chaves da velha Viação Férrea Federal Leste Brasileiro (VFFLB) por muitos e muitos anos.

SOLDADO JOSÉ DE SOUSA (Hugo Pinto de Carvalho) - Por muitos anos a Delegacia de Policia de Itiúba funcionou apenas com um delegado que era nomeado pelo governo do estado por indicação dos Prefeitos, e o soldado José de Sousa.

LIXÃO DE MONTURO (Hugo Pinto de Carvalho) - Até a década de 1970 a Prefeitura não fazia coleta domiciliar de lixo, por isso todas as casas de Itiúba mantinham o seu “monturo particular” para acumular seus resíduos domésticos que, eventualmente, eram incinerados no próprio local gerando mais poluição.

BARRIGA D`ÁGUA (Hugo Pinto de Carvalho) - omo no Açude do Coité era elevada a proliferação de caramujos hospedeiros das lavas do Schistosoma, por isso era grande o número de crianças e até adolescentes acometidos da esquistossomose em Itiúba.

BEIJÁ (Hugo Pinto de Carvalho) - Benjamin Cerqueira; este era o seu verdadeiro nome, e seu pai era o Sr. João Bitelo, da Fazenda Matinha.

ZÉ DA MAÇU (Hugo Pinto de Carvalho) - Criado pelo velho pintor Ludugério e D. Maria Maçu, o nosso amigo Zé, foi uma pessoa muito conhecida na cidade.

ALMANAQUE DO BIOTÔNICO FONTOURA (Hugo Pinto de Carvalho) - Distribuído gratuitamente em todo Brasil até a década de 1960, o Almanaque de divulgação do fortificante Biotônico Fontoura era aguardado ansiosamente por todos os seus adeptos em Itiúba.

BAZAR POPULAR (Hugo Pinto de Carvalho) - O Bazar Popular do Sr. Rogério Bento Pitanga foi um marco no comércio itiubense e um autêntico Bazar-Persa, porquanto seu estoque tinha de tudo que se procurasse.

ELVIS PRESLEY ITIUBENSE (Hugo Pinto de Carvalho) - Nas décadas de 50/60 quando surgiu o fenômeno do Rock and Roll, Elvis Presley, todo jovem queria imitá-lo.

DARTAGNAN E OS TRÊS MOSQUETEIROS (Hugo Pinto de Carvalho) - O carnaval de 1955 da Sociedade 2 de Julho foi o mais animado e o bonito de todos os tempos, e teve motivos para isto.

FARMÁCIA COMBATE (Hugo Pinto de Carvalho) - A Farmácia Combate de D. Ziru foi a pioneira da cidade e uma das melhores em toda a região, graças a eficiente administração de sua proprietária e o apoio logístico do Dr. Mindu, seu irmão, e médico da vizinha cidade de Senhor do Bonfim.

O BALEIRO DO CINEMA (Hugo Pinto de Carvalho) - Já foram narradas aqui no Site por seus colaboradores - eu inclusive -, algumas histórias sobre o velho Cine Itiúba, e vale lembrar que, como todos os cinemas do mundo, ele também teve o seu baleiro.

CABEÇAS DE PROMESSA (Hugo Pinto de Carvalho) - Quando ainda existia um velho e alto cruzeiro na Avenida Belarmino Pinto, que na época chamava-se ainda Rua Dois de Julho, era costume de algumas pessoas depositarem formas rústicas de madeira representando cabeças humanas.

CAVALO DE SELA (Hugo Pinto de Carvalho) - Em Itiúba, era costume utilizar-se do cavalo somente para montaria.

PANELA VELHA (Hugo Pinto de Carvalho) - Até o inicio da década de 1950, todas as cozinhas da cidade ainda utilizavam o velho e fumacento fogão à lenha com sua chaminé sobressaindo do telhado.

JOGOS DE TABULEIRO (Hugo Pinto de Carvalho) - O milenar jogo-de–damas foi bastante praticado em Itiúba, principalmente pelas pessoas da terceira idade.

COBRA DE DUAS-CABEÇAS (Hugo Pinto de Carvalho) - Também conhecida como cobra-cega, a cobra-de-duas-cabeças que, na verdade, só tem uma cabeça mesmo e nem cobra é.

AGUADEIROS TRADICIONAIS (Hugo Pinto de Carvalho) - Como a velha e querida cidade de Itiúba sempre foi muito carente de água potável, como já se comentou aqui, o serviço dos carregadores do precioso líquido foi, talvez, um dos mais rendosos da época.

SECOS E MOLHADOS (Hugo Pinto de Carvalho) - Comum em todo o Brasil em décadas passadas, a designação “Secos e Molhados” que indicava os armazéns que vendiam gêneros alimentícios e bebidas alcoólicas no mesmo estabelecimento, era tão conhecida que deu até deu nome ao grupo musical de sucesso criado pelo cantor Ney Matogrosso.

O PEDREIRO E AS BICICLETAS (Hugo Pinto de Carvalho) - O pedreiro e pintor Arnaldo Carneiro, morador da Rua dos Cambecas e filho de D. Teodora, a primeira parteira da cidade, a exemplo de muitos profissionais itiubenses, sempre viajava para São Paulo onde passava temporadas trabalhando.

O TATU-BOLA NA COPA DO MUNDO (Hugo Pinto de Carvalho) - Conforme noticiários da televisão, jornais e internet, a FIFA e a Comissão Organizadora da Copa do Mundo de Futebol de 2014, no Brasil, escolheram como mascote do grande evento futebolístico, um brasileiro nato, o tatu-bola.

RIQUEZA MUTILADORA (Hugo Pinto de Carvalho) - Foi nas décadas de 50/60, que a exploração do sisal atingiu sua maior produção em Itiúba gerando riqueza e emprego para uma população carente.

O NINHO DO QUERREQUECHÉ (Hugo Pinto de Carvalho) - Com o estranho nome de Querrequeché, ou Querrequechel como era mais conhecido em Itiúba, o pássaro chamava a atenção não só por seu nome, mas também pelo fato de construir o maior e mais complicado ninho.

O MINGAU DO QUEIXINHO (Hugo Pinto de Carvalho) - Em 1950, logo após a Copa do Mundo, os torcedores itiubenses, talvez querendo esquecer “A Tragédia do Maracanã”, quando o Brasil perdeu para o Uruguai, resolveram organizar um torneio de futebol entre as ruas da cidade.

REIS DO ESTILINGUE (Hugo Pinto de Carvalho) - O estilingue ou badogue, como era mais conhecido no nordeste, foi um tipo rudimentar de atiradeira muito utilizada pela garotada itiubense como diversão, e principalmente na caçada aos passarinhos.

METEORITO DO BENDEGÓ (Hugo Pinto de Carvalho) - mbora a queda do maior meteorito do Brasil – 5.360 quilos - tenha ocorrido num lugarejo às margens do Riacho Bendegó, no município de Monte Santo em 1784, só ficou mundialmente conhecido depois que foi removido, em 1888.

PROFESSOR GOLFINHO (Hugo Pinto de Carvalho) - O grande estúdio cinematográfico de Hollywood criou o desenho animado de sucesso, “Professor Pardal” e a velha Itiúba conviveu com seu “Professor Golfinho”.

UMA CIDADE CERCADA DE SERRAS (Hugo Pinto de Carvalho) - No meu tempo de criança em Itiúba, sempre tentei descobrir os nomes das grandes serras da cidade.

O PENICO DO CARNAVAL (Hugo Pinto de Carvalho) - No carnaval de rua de 1955, surgiu em Itiúba um bloco que, se não foi o mais animado, foi o mais curioso e o que mais chamou a atenção na cidade.

O HOMEM DO SPUTINIK (Hugo Pinto de Carvalho) - Foi na década de 1960 que realmente aumentou o surgimento de Discos Voadores pelo mundo.

OS JEGUES DO SANTANA (Hugo Pinto de Carvalho) - Como até a década de 1950 ainda não existia na cidade nenhum depósito de material de construção e, muito menos, carros de transportes, o velho SANTANA, um dos primeiros moradores do Alto do Calumbi, teve a grande ideia em formar uma frota com alguns jumentos.

CRIAÇÃO À ANTIGA (Max Brandão Cirne) - A idade nos leva a fazer reflexões. Lembro-me sempre da minha infância na querida Itiúba, lugar do meu nascimento.

IMAGINEM... (Egnaldo Paixão) - Machado de Assis, num dos seus belos escritos tem uma frase assim: "mudou o Natal, ou mudei eu?", parafraseando-o, eu me pergunto: "mudou Itiúba, ou mudei eu?".

RUA DAS SETE CASAS (Hugo Pinto de Carvalho) - Construída na década de 1930 pelo comerciante e empreendedor itiubense Sr. José Cruz, que foi também o proprietário da antiga Loja São José.

HÉLIO SIMÕES DE FREITAS (Hugo Pinto de Carvalho) - Neto do coronel Aristides Simões de Freitas, ele perdeu a visão ainda quando adolescente, na década de 1930, em um acidente com uma patinete.

RIVALIDADE NO FUTEBOL (Hugo Pinto de Carvalho) - Até a década de 1960, inexplicavelmente, existiu uma grande rivalidade entre as seleções de futebol de Itiúba e Queimadas que contagiava quase toda a população.

O TESTE DO NÚMERO QUATRO (Hugo Pinto de Carvalho) - Entre os bêbados das farras itiubenses existia um teste, criado por eles próprios, para saber quem estava mais sóbrio (ou mais bêbado?).

NO TEMPO DO TREM DA LESTE (Egaldo Paixão) -
Se o tempo tivesse esteira
se o tempo tivesse mãos
se tivesse além de tudo,
outras cotas de emoções

MESTRE BUGUÉ (Max Brandão Cirne) - Quem viveu em Itiúba, sabe de quem estamos falando. Quem é “menino” como este aposentado imerecidamente vivendo, ainda, conheceu ou ouviu falar no maestro Bugué.

A VILA QUE O TEMPO NÃO APAGOU - (Egnaldo Paixão) -
Era uma vez uma
Villa que o tempo não apagou,
vamos vê-la?

ESCOLA GÓES CALMON (Hugo Pinto de Carvalho) - A velha e inesquecível escola foi criada em 1926, quando Itiúba ainda era uma Vila.

MERCADO MUNICIPAL JOVINIANO CARVALHO (Hugo Pinto de Carvalho) - Construído durante a última gestão do prefeito Virgílio Rodrigues de Sousa (1983/1988), esta importante obra pública dotou finalmente a cidade de um moderno espaço para a comercialização dos produtos alimentícios produzidos no município.

ESTAÇÃO FERROVIÁRIA (Hugo Pinto de Carvalho) - Construída em 1887, a centenária estação da Viação Férrea Federal Leste Brasileiro (VFFLB), contribuiu decisivamente para o progresso da cidade.

CARTÕES POSTAIS (Hugo Pinto de Carvalho) - Toda cidade que se preza tem os seus cartões postais e na velha e querida Itiúba não podia ser diferente.

VALMIR SIMÕES DE CARVALHO IV (Valmir Simões de Carvalho Júnior) - Como filho pude acompanhar o amor de meu pai pela sua terra natal, Itiúba/BA. Ele orgulhava-se dessa terra e dos seus amigos de época.

VALMIR SIMÕES DE CARVALHO III (Egnaldo Paixão) - Amigo, até amanhã... Na manhã de 24 de julho, fui surpreendido com a notícia do falecimento de Valmir Simões de Carvalho.

VALMIR SIMÕES DE CARVALHO II (Diversos) - Que o Grande Arquiteto do Universo já tenha um local especial que ele tanto merece.

VALMIR SIMÕES DE CARVALHO (Hugo Pinto de Carvalho) - Como foi noticiado neste Site, é muito triste receber a noticia do falecimento de um amigo de infância e conterrâneo que, mesmo afastado de sua terra natal por motivos alheios a sua vontade, nunca a esqueceu.

RÁDIO CULTURAL DE ITIÚBA (Hugo Pinto de Carvalho) - O Serviço de alto falantes da cidade, que ostentava o garboso nome de Rádio Cultural de Itiúba, foi fundada em 1948.

PREFEITURA MUNICIPAL (Hugo Pinto de Carvalho) - O bonito e imponente edifício da Prefeitura Municipal de Itiúba foi construído em 1948 pelo primeiro prefeito eleito do município, Coronel Belarmino Pinto de Azeredo.

OS CASARÕES (Hugo Pinto de Carvalho) - Semelhantes aos das cidades históricas, vários são os casarões, ainda do século passado, existentes em Itiúba.

SEXTA-FEIRA SANTA (Hugo Pinto de Carvalho) - Em Itiúba, até a década de 1960, a Sexta-feira Santa - ou Sexta-feira da Paixão - em que os cristãos lembram a condenação e a crucificação de Cristo, era tão respeitada pela população local que, nesse dia, praticamente nada funcionava na cidade.

VIADUTO ESTREITO (Hugo Pinto de Carvalho) - O viaduto Lauro de Freitas, sobre a estrada de ferro ligando a Avenida Belarmino Pinto à Praça da Matriz, construído pela Viação Férrea Federal Leste Brasileiro ( V.F.F.L.B), na década de 1950, inegavelmente, além de embelezar a cidade, trouxe alguns benefícios para a população.

ALTO DO VINTEM (Hugo Pinto de Carvalho) - Como a água potável em Itiúba sempre foi escassa, quando foi descoberta a Cacimba do Vintém, no sopé da serra do cruzeiro, logo surgiram ao seu redor as primeiras casas ainda de taipas e com coberturas de palhas de ouricurizeiro.

BOLA DE BEXIGA (Hugo Pinto de Carvalho) - O amigo Valmir falou em seu conto 334, que jogou futebol em Itiúba ainda com a pequena bola de meia, recheada de molambos, mas existia também na mesma época a bola de bexiga de boi que, cheia de ar, era enrolada com barbantes, e com a vantagem de ser do mesmo tamanho da bola de couro.

O CANGACEIRO (Hugo Pinto de Carvalho) - O antigo Cine-Itiúba quase não passava filmes nacionais. Primeiro, porque eram poucas as opções e segundo, porque o sistema de som do cinema não ajudava muito.

A PEDRA MONTADA (Hugo Pinto de Carvalho) - Corria na velha Itiúba uma história contada pelos moradores mais velhos que, na época da construção do trecho da estrada de ferro (1887), que passa pelo centro da cidade, os engenheiros encarregados da construção cogitaram demolir a lendária Pedra Montada, alegando que a mesma corria risco de deslizamento oferecendo perigo para a ferrovia e seus passageiros.

O SONO DO DENDÊ (Valmir Simões) - Corria na velha Itiúba uma história contada pelos moradores mais velhos que, na época da construção do trecho da estrada de ferro (1887), que passa pelo centro da cidade, os engenheiros encarregados da construção cogitaram demolir a lendária Pedra Montada, alegando que a mesma corria risco de deslizamento oferecendo perigo para a ferrovia e seus passageiros.

O PRAZER DA QUIETUDE (Valmir Simões) - Os anos dourados da juventude itiubense, até out/1964. Fui testemunha de um período em que a nossa juventude vivia de bem com a vida, as pessoas se amavam mais

A ITIÚBA QUE NÓS CONHECEMOS (Valmir Simões) - Reporto-me às lembranças do século passado, onde a nossa querida cidade vivia em plena harmonia.

CIRCO DO PEDRO CORUJA (Hugo Pinto de Carvalho) - No meu tempo de adolescente em Itiúba, era comum a passagem de muitos circos pela cidade quando ainda eram armados na Praça Nova.

O CÃO E O RATO (Hugo Pinto de Carvalho) - Parecendo ter saído das fábulas do grego Esopo, um cachorrinho de raça peluda e olhos arregalados, de propriedade de um antigo coletor estadual da cidade, gostava a exemplo dos gatos, de caçar ratos também.

ZÉ ALEIJADO (Hugo Pinto de Carvalho) - Ele tinha este apelido porque nascera com deficiências nas duas pernas que, além de finas, eram pequenas.

MICROFONE DE CRISTAL (Hugo Pinto de Carvalho) - No velho e saudoso Serviço de Alto Falantes da Rádio Cultural de Itiúba, nas décadas de 40/60, apesar de já existir na época o microfone dinâmico, de som impecável, usava-se o microfone de cristal porque era muito mais barato.

CINE TEATRO IDEAL E CINE ITIÚBA (Hugo Pinto de Carvalho) - Itiúba ganhou seu primeiro cinema na década de 1930 que funcionou até 1950, numa ousada iniciativa do grande empreendedor itiubense Manoel Pinto.

COMETA DE HALLEY (Hugo Pinto de Carvalho) - De acordo com sua história, o Cometa de Halley foi visto pela primeira vez em 240 (a.C) e nunca mais parou sua trajetória pelo espaço, e ganhou este nome em 1705 numa justa homenagem ao matemático e astrônomo britânico Edmond Halley (1656/1742), descobridor do período de sua órbita que é de 76 em 76 anos.

PAI NOSSO (Hugo Pinto de Carvalho) - Recentemente foi divulgado pela imprensa que em Apucarana (Pr), foi aprovada uma lei determinando que seja rezado diariamente o “Pai Nosso” antes do início das aulas, em todas as escolas do município.

MÁQUINA PESADA (Hugo Pinto de Carvalho) - O Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS), quando terminou a construção do Açude de Camandaroba, deparou-se com o inusitado problema de como recolher uma pesadíssima Retroescavadeira de 10 toneladas para sua sede em Salvador, quando seus caminhões na época, tinham capacidade de apenas 6 toneladas.

VISITE ITIÚBA (Hugo Pinto de Carvalho) - O Sr. Antônio Simões Valadares foi o prefeito que mais incentivou o turismo na cidade promovendo grandes e animados carnavais em décadas passadas, até com desfiles públicos de Rainhas e Princesas da folia de Momo em carros alegóricos improvisados em automóveis e caminhões de sua propriedade.

QUEIXINHO - O BOM MALANDRO (Max Brandão Cirne) - Quem viveu em Itiúba sabe muito bem quem foi o “Queixinho”.

"CHUNCHA" , O MALUCO BELEZA DE ITIÚBA (Max Brandão Cirne) - Itiúba encravada no sertão da Bahia teve seus personagens hilários que proporcionaram muita gozação e riso. Um deles, muito famoso foi o velho “Chuncha”. Que figura engraçada!

A PRAÇA É NOSSA (Hugo Pinto de Carvalho) - A primeira praça planejada que surgiu em Itiúba chamava-se Praça Nova, e o local além de bonito, foi por muitos anos o preferido dos Circos, Parques de Diversões, Comícios Políticos e para a prática de esportes.

CAMPOS DE FUTEBOL (Hugo Pinto de Carvalho) - Itiúba sempre foi amante do futebol. Aliás, era o único esporte praticado em décadas passadas na cidade, e por isto surgiram alguns campos de chão batido.

XERIDAN (Hugo Pinto de Carvalho) - Na velha cidade de Itiúba era mesmo uma mania colocar apelido nas pessoas, principalmente nos mais jovens.

O FIM DO MUNDO (Hugo Pinto de Carvalho) - Nas décadas de 1950/60 falava-se muito na cidade daquela velha história que o mundo ia acabar no ano de 2000 de acordo com as profecias de Nostradamus.

NASCIDOS EM CASA (Max Brandão Cirne) - Semana passada certo canal de televisão apresentou o tema das crianças nascidas em casa.

ENSOPADO DE BURREGO (Valmir Simões) - Às vezes fico imaginando como era a nossa alimentação naquele tempo, fazendo uma comparação com os dias atuais. Como já citei em contos anteriores, o armazém do meu pai ficava a poucos passos do velho Açougue Municipal.

PAPAGAIO FALADOR (Hugo Pinto de Carvalho) - Houve uma época, em Itiúba, que em quase todas as casas da cidade se criava papagaios.

O CRIADOR DE PORCOS BRANCOS (Hugo Pinto de Carvalho) - O itiubense sempre foi um grande consumidor de carne bovina, haja vista que nem a grande campanha patrocinada por um rico criador de porcos conseguiu mudar essa preferência.

RINCÃO BAIANO (Hugo Pinto de Carvalho) - Você se acostumaria viver hoje em uma pequenina cidade do interior onde não existisse energia elétrica, internet, telefone, geladeira,fogão a gás, sinal de televisão, agencia bancária e água encanada?

AMIGOS PARA SEMPRE (Hugo Pinto de Carvalho) - Na bonita música "Amigos para Sempre", o grande sucesso de Andrew Loloyd Webber que foi criada para a abertura das olimpíadas de 1982 em Barcelona (Espanha), e interpretada pelos mais famosos artistas do mundo.

LETREIROS (Hugo Pinto de Carvalho) - Até a década de 1960, os bares, armazens e lojas da cidade ostentavam garbosamente o nome do estabelecimento no alto de sua fachada em letras garrafais bem grandes e coloridas, caprichosamente desenhadas pelo pintor "TUÊ".

VOCÊ CONHECE ITIÚBA? (Egnaldo Paixão) - Você conhece Itiúba? é um vale rodeado de serras,
e destaca-se a que recebe seu nome: Serra de Itiúba

O VALE E A SERRA (Egnaldo Paixão) - Os olhos se perdem no vale
e o vale se perde entre serras.

ITIÚBA E LAMPIÃO (Hugo Pinto de Carvalho) - Todo mundo sabe que o município de itiúba foi caminho useiro e vezeiro de Lampião, porém seu bando nunca invadiu a cidade, embora fossem por ele conhecidas as riquezas dos coroneis Aristides Simões de Freitas e Belarmino Pinto de Azeredo. Por que?

BOJO (Egnaldo Silva) - Antes de ser o que hoje é tinha-se aqui
Estação da Leste Igreja Matriz
Clube 2 de julho sede da Prefeitura
e num canto Câmara de Vereadores,
Escola Góis Calmon e nenhuma outra.

FALAS ESQUECIDAS (Herbert Pinto de Carvalho) - Uma frase humorística pode ficar gravada na lembrança e tomar o rumo das coisas que ficam como conceitos culturais. O tempo não mudou nem solapou o pouco que resta do riso instantâneo.

NÃO ESQUECIDO (Herbert Pinto de Carvalho) - Meu avô paterno, que era inteligente e alfabetizado, contava que seu pai abria as portas da sua casa às 5 horas da manhã e fechava às 9 da noite para que todos ali abrigados fossem dormir e ter disposição para trabalhar e aprender as lições que a vida ensina no dia seguinte.

NO TEMPO DA MOCHILA (Valmir Simões) - Antigamente, na nossa velha e querida Itiúba, era muito comum o uso da mochila de pano nas feiras livre.

LEMBRANÇAS DA FEIRA DE ITIÚBA (Valmir Simões) - Naquele tempo a feira do sábado era o dia de maior faturamento do comércio itiubense.

HISTÓRICO DA CIDADE DE ITIÚBA (Hugo Pinto de Carvalho) - Em 1600 as terras do antigo território do município de Itiúba pertenciam ás Sesmarias do famoso fidalgo português Garcia D’Ávila - da Casa da Torre - e faziam parte da Freguesia de Jacobina, quando eram habitadas pelos índios pataxós e cariacás.

O PÃO DE ITIÚBA (Ewerton Cerqueira) - Era comum eu ir, com os meus pais, duas ou mais vezes por semana à Itiúba, a cidade. Uma das minhas incumbências era comprar o pão. Tarefa agradabilíssima! Itiúba cheirava pão.

O ESPUMANTE POPULAR (Valmir Simões)) - Naqueles bons tempos, na querida Itiuba, nos dias de sábado, um velho conhecido saía empurrando um enorme carro-de-mão feito de um tipo de madeira possante para suportar o peso da barrica do famoso espumante popular mais conhecido por “Gengibirra”.

ÁGUA ENVENENADA (Dourival Brandão Filho) - Certo dia, em um poço d’água, dentro de uma propriedade rural no município de Itiúba, encontrava-se escrito numa plaqueta de madeira pregada num pedaço de pau enfincado ao redor do poço, a seguinte frase: “Água Envenenada.”

ELEIÇÕES E VOTO DE CABRESTO (Valmir Simões) - Naquele tempo, em época de eleições, a nossa cidade vivia sob o domínio de duas correntes partidárias, PSD E UDN, que disputavam politicamente, a Prefeitura e a Câmara de Vereadores.

ESCALDANDO A "FUSSURA" (Valmir Simões) - Os mais antigos lembram-se muito bem da falta de higiene da velha matança, um abatedouro de animais a céu aberto, onde urubus, cachorros e até gente, disputavam o mesmo espaço pela sobrevivência.

O BOCA-RICA (Hugo Pinto de Carvalho) - O engraxate com o pomposo apelido de "Boca Rica" foi uma figura muito conhecida na cidade na década de 1950.

OS MAGAREFES DE ITIÚBA (Valmir Simões) - Antigamente, na nossa velha e querida Itiúba, o Açougue Municipal ficava localizado na principal avenida da cidade, o que não era muito comum em outras localidades.

O RASGA-MORTALHA (Valmir Simões) - O nosso interior é recheado de histórias do outro mundo, tipo Lobisomem, Mula sem Cabeça, Alma Penada, Vampiro etc.

O MANDACARU (Dourival Brandão Filho) - O mandacaru ali, forte, impávido, impar, verde feito um soldado. A murmurar quantas luas eu vi nascer, quantos sóis eu vi se pôr.

QUANDO É SECA EM ITIÚBA (Dourival Brandão Filho) - O sol despontava insistentemente dia após dia sem cessar, e ao abrir a porta ele invadia a casa e varava de fora a fora até o quintal como um rápido relâmpago, era o primeiro hóspede do dia a entrar.

QUANDO CHOVE EM ITIÚBA (Dourival B randão Filho) - E a terra ainda suada dos orvalhos matinais, já se enxugava com o abrasar do sol que surgira feito facho de fogo incandescente por detrás das serras.

ITIUBENSE OU ITIUBANO? (Max Brandão Cirne) - Bem verdade, cremos ilógicos quando empregados os chamados “adjetivos pátrios”.

O QUE LEVA UM VELHO... (Max Brandão Cirne) - O que leva um velho a rememorar o passado e desandar a falar em professores antigos?

CACHAÇA X TIMIDEZ (Antônio Ricardo da Silva Benevides) - Nesta oportunidade, gostaria de relatar fatos sobre as variações no comportamento humano, de acordo com o seu estado de espírito.

RABO DE GALO, A MISTURA (Valmir Simões) - Lá na venda de seu Zé Simões, meu saudoso pai, como assim era conhecido por todos, no linguajar do nosso povo, era um local muito freqüentado pelos apreciadores de uma pinguinha ou misturada com raízes ou folhas.

ILUMINADOS PELA LUZ DA LUA (Valmir Simões) - Naquele tempo, depois das 22hs a maioria da população da nossa velha e amada Itiúba já estava no primeiro sono, no entanto os boêmios, ou aqueles parentes da coruja, nem estavam aí, para o breu da noite.

A FOLHINHA "CORAÇÃO DE JESUS" (Valmir Simões) - Naquele tempo, na nossa querida Itiúba, os agricultores não jogavam uma semente ao solo sem consultar os almanaques ou orientações dos mais velhos. Tudo tinha um segredo com relação a época certa do plantio.

O OURICURIZEIRO DO SERTÃO (Hugo Pinto de Carvalho) - Esta rude palmeira foi abundante no município de Itiúba até a década de 1950, e também muito útil à população, porque dela se aproveitava quase tudo.

SANFONA PÉ-DE-BODE (Hugo Pinto de Carvalho) - Um dos primeiros sanfoneiros da cidade foi o Antônio Conrado, morador da Rua das Piabas, que com sua pequenina sanfona e apenas um tocador de zabumba e um de triangulo, animava muitos bailes de forró em homenagem a São João e a São Pedro, e festejos de casamentos, principalmente nos povoados do município.

NA FRENTE DO TEMPO (Antônio Ricardo da Silva Benevides) - Confesso que sempre fui um bom leitor, desde criança, ”sinto a sede do saber”. No ano e 1971, concluí o curso ginasial e como em Itiúba, ainda não existia o 2º grau, fiquei preocupado, com o andamento dos meus estudos.

BULLYING (Antônio Ricardo da Silva Benevides) - Está muito em moda nas manchetes dos jornais e nos noticiários televisivos, a expressão “bullying”, que tem origem na palavra inglesa bully, que significa humilhar ou ridicularizar alguém, isso acontece com maior freqüência, nas escolas.

DINHEIRO CARIMBADO (Valmir Simões) - Naquele tempo, com mais ou menos uns 10 anos de idade, eu ficava pela manhã na escola e a tarde no armazém do meu pai.

DE OLHO NA TITELA (Valmir Simões) - Antigamente, naqueles bons tempos, nos dias de domingo geralmente apareciam um compadre, uma comadre ou, simplesmente, um vizinho que era convidado para pegar um pirãozinho diferente na nossa casa.

CORTINA DE CHITÃO (Valmir Simões) - Conforme relatos anteriores, todos sabem que antigamente a nossa velha e querida Itiúba possuía energia movida a moto e com horário determinado para ligar e desligar as luzes da cidade.

PRATO TÍPICO (Hugo Pinto de Carvalho) - Da espécie de réptil quelônio, o cágado foi um animal abundante em Itiúba em épocas passadas, e sua carne foi até considerada como o “Prato Típico” da cidade por muitos anos.

CARRO DE BOI (Hugo Pinto de Carvalho) - Até a década de 1950 o uso deste velho meio de transporte de cargas foi muito utilizado no município principalmente para carregar lenha para as padarias e olarias.

CHUVAS DE VERÃO (Hugo Pinto de Carvalho) - s trovoadas em Itiúba, até o final da década de 1960, eram regulares e intensas e, às vezes, até causavam transtornos a sua população.

RAIOS RELÂMPAGOS E TROVÕES (Hugo Pinto de Carvalho) - Raio é uma perigosa descarga elétrica que se produz na atmosfera pelo contato entre uma nuvem de chuva e a terra.

GARRAFADA MILAGROSA (Hugo Pinto de Carvalho) - Com uma fórmula oriunda ainda das remotas tribos indígenas, esta beberagem ganhou muitos adeptos em Itiúba, principalmente na zona rural, e era abertamente vendida nas feiras livres em suas coloridas garrafas de vidro.

BOI BRAVO (Hugo Pinto de Carvalho) - Era um costume, em tempos passados, em Itiúba, os fazendeiros dar preferência para o abate ao boi mais bravo e de difícil criação em suas manadas, mas o problema era como conduzi-lo até o matadouro da cidade.

OS CARONAS DO TREM (Hugo Pinto de Carvalho) - Uma perigosa diversão praticada por muitos adolescentes em Itiúba, principalmente pelos que moravam na rua da estação, era “pongar” como eles diziam, no trem em movimento.

TESOUROS ENTERRADOS (Hugo Pinto de Carvalho) - Antigamente em Itiúba eram comuns as velhas histórias de tesouros enterrados em panelas de barro por fazendeiros abastados para proteger suas jóias, moedas e objetos de ouro e prata.

O CATA-VENTO (Hugo Pinto de Carvalho) - O cata-vento é um mecanismo que por meio de sua hélice aproveita a força dos ventos, chamada de energia eólica.

O APITO DO TREM (Hugo Pinto de Carvalho) - O velho trem que ainda circula por Itiúba teve em seus tempos de grande movimentação e várias peculiaridades que marcaram uma época.

O SHOW DA MEIA-NOITE (Hugo Pinto de Carvalho) - Alguns Parques de Diversões, principalmente os maiores que passavam por Itiúba até a década de 1960, além de suas costumeiras atrações como carrossel, barquinhos, balanços, bambolê, tiro ao alvo, quermesses, e a tradicional roda-gigante, ofereciam também um pequeno show.

O PIÃO E A CARRAPETA (Hugo Pinto de Carvalho) - Dois brinquedos que, no meu tempo de criança em Itiúba, foram muito usados pela gurizada e eram feitos pelo Danduzinho

AS MÃOS DO SULU (Valmir Simões) - Quando a palavra é “Doido” as pessoas ficam assombradas e com medo desse tipo de pessoa.

O PASSADO NÃO É TEMPO MORTO (Valmir Simões) - Quando a palavra é “Doido” as pessoas ficam assombradas e com medo desse tipo de pessoa.

O MERGULHO PROIBIDO (Valmir Simões) - Nós, Itiubenses acostumados com a seca do nosso sertão, tínhamos, na época de chuvas, uma alegria redobrada, principalmente os agricultores e os comerciantes, em razão dos bons resultados das vendas e das colheitas.

NAQUELE TEMPO ERA ASSIM (Valmir Simões) - Como todos sabem, a infância dos meninos daquele tempo não se limitava a ficar em casa apenas brincando no quintal ou na porta da rua.

ESTÁ NO CORAÇÃO DA GENTE (Valmir Simões) - Uma data é motivo de lembrança eterna.

CAIXA DE PANCADA (Valmir Simões) - Às vezes fico imaginando como era o comportamento dos filhos daquela época e que os pais não davam moleza para que eles entrassem no eixo.

ITIÚBA, A TERRA DO BOM CAFÉ (Antônio Ricardo da Silva Benevides) - Como é bem sabido, o melhor café do Brasil é produzido no município de Piatã, na Chapada Diamantina.

BANHO DE SANGUE (Antônio Ricardo da Silva Benevides) - Não me refiro a violência ou guerra, mas sim, a diversão.

O DIA EM QUE A TERRA PAROU (Hugo Pinto de Carvalho) - O título acima é de um velho filme de ficção que aliás, também passou no antigo Cine Itiúba, cuja história emocionou o mundo todo e por isso, ficou associado a acontecimentos raros, inesperados, perigosos ou chocantes.

O ALFAIATE E O PERU (Hugo Pinto de Carvalho) - Apelido em cidade pequena parece praga. Ninguém se livra.

RUAS EXÓTICAS COM NOMES EXÓTICOS (Hugo Pinto de Carvalho) - Algumas ruas da cidade ganharam nomes exóticos ao longo do tempo.

ÓRGÃO MUSICAL (Hugo Pinto de Carvalho) - No inicio dos anos de 1950, os coronéis Belarmino Pinto e Manoel Barbosa ofereceram um órgão musical - de pedal - a Paróquia de Nossa Senhora da Conceição, para acompanhar os cânticos do coral da igreja.

SERRA VELHA FINANCIADA (Valmir Simões) - Com o passar do tempo a gente vai descobrindo coisas engraçadas da nossa velha e querida Itiúba.

O VELHO TACHO DE COBRE (Valmir Simões) - Ainda hoje tenho boas lembranças de quando eu era criança e entrava naquela cozinha antiga com teto enfumaçado e uma chaminé oval.

O CADERNO DE RECORDAÇÕES (Valmir Simões) - Quem estudou naquele tempo deve lembrar-se de um caderno que passava de mão em mão para os colegas deixarem uma mensagem.

BOLA DE MOLAMBO (Valmir Simões) - Saudades! É, ficam mesmo “só na saudade” as brincadeiras do nosso tempo de menino.

AS CHAVES DE BROCA (Valmir Simões) - Antigamente as residências tinham portas e janelas construídas exclusivamente com madeira de boa qualidade, com espessura grossa e reforçada nas junções das tábuas.

PÉ FRIO (Antônio Ricardo da Silva Benevides) - Durante uma campanha política acontecem fatos inusitados.

O MAZZAROPI ITIUBENSE (Antônio Ricardo da Silva Benevides) - Depois do desaparecimento do Zuca Fumeiro, que foi o pioneiro na comercialização de fumo em rolo de Itiúba, o Lindô, líder comunitário do Povoado de Sítio dos Moços, resolveu comercializar fumo em pacote das marcas Sassy e Super Bom, produzidos em Serra Talhada, estado de Pernambuco.

PINTINHO E SEUS PUPILOS (Hugo Pinto de Carvalho) - Com o fim da orquestra do clube 2 de Julho na década de 1960, em decorrência do grande êxito de seus músicos para a grande São Paulo, as realizações dos tradicionais carnavais da cidade se viram ameaçadas de não serem mais realizadas.

MAPA CURIOSO (Hugo Pinto de Carvalho) - Assim como o mapa da Itália é mundialmente conhecido por seu formato de uma bota, também o mapa do município de Itiúba delimitado ao leste pelo rio Jacurici e ao oeste pelo rio Itapicuru açu, ambos unindo-se ao sul, tem este mesmo curioso formato.

A SERRA DO ENCANTADO (Hugo Pinto de Carvalho) - Com tantas serras circundando a cidade, uma chama mais a atenção, não porque seja mais alta ou mais bonita, mas por seu nome, que parece ter saído dos livros de Contos de Fadas.

OS DINOSSAUROS (Hugo Pinto de Carvalho) - Extintos a mais de 65 milhões de anos, os dinossauros até hoje ainda dão mostras de seu gigantismo com o aparecimento dos mais diversos tipos de fósseis de sua raça em todo o mundo.

O EDIL INVENCÍVEL (Antônio Ricardo da Silva Benevides) - Na história política de Itiúba, existe um fato curioso, só Ricardo Benevides conseguiu se eleger a Vereador do município por sete legislaturas consecutivas.

TELEFONE DE LATA (Valmir Simões) - Naquele tempo muitas brincadeiras eram simples, sem riscos e muito apropriadas para as crianças da época.

AS ROUPAS DOS CORONÉIS (Valmir Simões) - Naquele tempo, mesmo ainda menino, conheci alguns Coronéis, Capitães, ou Majores, todos eles ostentavam títulos oriundos de patentes compradas ou adquiridas por interferências políticas.

NOSSAS BRINCADEIRAS (Valmir Simões) - Todos nós fomos criança um dia e não esquecemos daquele tempo.

VELHOS TEMPOS, BELOS DIAS (Valmir Simões) - As belas recordações jamais serão esquecidas, os momentos que vivi, juntamente com meus amigos, na nossa terra mãe Itiúba.

UM CABO E DOIS MEGANHAS (Valmir Simões) - A nossa Itiúba, naquele tempo, era uma cidade sem violência e os casos que surgiam eram corriqueiros.

PÃO E PÓLVORA (Valmir Simões) - Sempre que se aproxima o mês de junho tenho boas lembranças da minha terra.

OS PALADINOS DA RAINHA (Valmir Simões) - Itiúba dos belos carnavais. Assim era conhecida a nossa terra, lá pelos anos 60.

OS CACHORROS DA MATANÇA (Valmir Simões) - Naquele tempo, o melhor amigo do homem frequentava e batia ponto sem falhar no açougue e na matança.

MERCADORES E BUGIGANGAS (Valmir Simões) - feira é livre, livre para todos e para tudo.

O MATUTO (Antônio Ricardo da Silva Benevides) - Em uma das nossas viagens de trem a Salvador, tivemos o desprazer de sermos acompanhados por homem conhecido na região como “Priquitá”.

A VIAGEM (Antônio Ricardo da Silva Benevides) - As viagens de trem que eu fazia em companhia do meu saudoso pai, Ricardo Benevides, para Salvador, ficaram gravadas em minha memória .

CURIOSIDADES (Antônio Ricardo da Silva Benevides) - Naquela época em Itiúba, existiam algumas pessoas que nos pareciam fora do comum.

OS PREFEITOS DO MUNICÍPIO (Hugo Pinto de Carvalho) - Desde sua fundação em 17 de janeiro de 1935, o município de Itiúba teve os seguintes prefeitos.

FUMO DE ROLO (Hugo Pinto de Carvalho) - A venda do fumo de rolo, ou de corda, como era mais conhecido na região, foi muito intenso em Itiúba em décadas passadas.

O DONO DA CIDADE (Hugo Pinto de Carvalho) - As terras de Itiúba onde hoje, é o seu perímetro urbano, são exatamente as mesmas que formavam a antiga Fazenda Salgada de D. Izabel Simões da Silva Freitas (D. Iaiá Bebé) que deu origem a cidade.

PADARIA SANTO ANTÔNIO (Hugo Pinto de Carvalho) - Na década de 1950, o empresário Almir Ferreira resolveu instalar uma moderna padaria na cidade.

O TREM PAGADOR (Hugo Pinto de Carvalho) - Até a década de 1950, todos os funcionários ativos e inativos da velha estrada de ferro, entre as cidades de Alagoinhas e Juazeiro, recebiam seus salários através do conhecido “Trem Pagador”.

CAPITÃO SEM PATENTE (Hugo Pinto de Carvalho) - Na velha cidade em que quase todo mundo tinha um apelido, alguns até que ninguém nem sabia a sua origem, um dos mais conhecidos foi o do jovem Pedrinho, que era chamado de “Capitão”.

CAPITAL FEDERAL (Hugo Pinto de Carvalho) - Brasília, a capital do Brasil, foi inaugurada pelo Presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira em 21 der abril de 1960, e o interessante é que na mesma época já vivia em Itiúba uma senhora com o mesmo nome da nova capital.

O PROGRESSO (Hugo Pinto de Carvalho) - Até a década de 1960, todos os fogões da cidade eram à lenha, não havia água encanada nem telefone, e a energia elétrica era fornecida pela Prefeitura Municipal com um velho motor Caterpillar.

O VEÍCULO QUE NÃO FUNCIONOU (Antônio Ricardo da Silva Benevides) - Desta feita desejo dirimir dúvidas sobre a crônica nº 03, publicada por Bem-te-vi neste site e questionada por Ivan Carvalho na crônica nº 04.

EXAME DE ADMISSÃO (Antônio Ricardo da Silva Benevides) - Naquele tempo para o aluno do curso primário ingressar no ginásio, teria que se submeter ao vestibular da época, o “exame de admissão”. E, para se preparar para o tal vestibular.

UM TESOURO NA BOCA (Valmir Simões) - Naquele tempo, na nossa amada Itiúba, era muito comum a presença de ciganos armando suas tendas em áreas da cidade um pouco distante do centro.

QUITUTES E QUITANDAS (Valmir Simões) - Toda pequena cidade do interior, onde falta trabalho para muitas pessoas, é comum a mãe de família procurar meios suficiente para ajudar nas despesas da casa.

OS ENCANTOS DA LUA (Valmir Simões) - Um bom motivo para filmar, fotografar, ou apenas se deslumbrar, com a lua cheia, nascendo entre as serras da nossa querida e amada Itiúba.

A PRIMEIRA POUPANÇA (Valmir Simões) - Antigamente se guardava dinheiro dentro ou embaixo do colchão, principalmente na nossa Itiúba, que naquele tempo não tinha Banco.

A MORTE DO PERU EMBRIAGADO (Valmir Simões) - Ainda garoto, na minha querida Itiúba, sempre testemunhava a morte de galinhas pelas mãos do nosso cozinheiro Ademar.

A TOCA DO CRUZEIRO (Valmir Simões) - Na Sexta Feira Santa quem tinha fôlego subia, quem não tinha ficava espiando.

O NÓ DO GOGÓ (Valmir Simões) - Nesta semana estava verificando os contos que já escrevi para o site da nossa terrinha e comecei a rascunhar alguma coisa que ainda está faltando, e como falta.

MESTRE-CUCA (Hugo Pinto de Carvalho) - Desde tempos remotos a arte de cozinhar foi quase exclusiva das mulheres.

TONHO DO CORREIO (Hugo Pinto de Carvalho) - Ele era conhecido por esse apelido, porque foi criado por Dona Zefinha no antigo casarão onde funcionou a Agencia dos Correios na Rua Góes Calmon, e da qual ela foi chefe por muitos anos.

A PRIMEIRA MÁQUINA DE ESCREVER (Hugo Pinto de Carvalho) - A primeira máquina de escrever ou de datilografia da cidade, foi uma da marca Remington de teclado com letras de marfim, adquirida pelo coronel Belarmino Pinto na década de 1940.

FOLHETO MILITAR (Hugo Pinto de Carvalho) - Na década de 1960 era comum a Marinha, o Exército e a Aeronáutica, enviarem folhetos gratuitos para as cidades do interior por intermédio dos correios, incentivando os jovens maiores de 18 anos seguir a carreira militar.

ÊXODO (Hugo Pinto de Carvalho) - Como a fuga dos hebreus, do Egito para a terra prometida, os jovens itiubenses - com a devidas proporções -, nas décadas de 1940 e 1950 migraram quase em massa para a grande São Paulo à procura de melhores dias.

CORDEL ENCANTADO (Hugo Pinto de Carvalho) - A tão conhecida Literatura de Cordel, também teve seus momentos de evidência em Itiúba, cujos livretos em forma de “A.B.C” e expostos nas feiras livres pendurados em um varal na parede lateral da Igreja e presos por prendedores de roupas, foram muito vendidos.

O GAGO E A MÚSICA (Hugo Pinto de Carvalho) - aguez ou tartamudez é uma deficiência da fala de um indivíduo que, se não tiver um tratamento logo após as primeiras manifestações, acarretará em inúmeros transtornos para seus portadores em todos os ramos de atividades.

SURDOS-MUDOS (Hugo Pinto de Carvalho) - Segundo a medicina moderna, um indivíduo só deve ser considerado “surdo-mudo”, quando nasce com deficiências múltiplas dos órgãos da audição e da fala.

CRIADOR DE MALUCOS (Antônio Ricardo da Silva Benevides) - Como diz o ditado popular, cada doido com sua mania.

CAUSA PRIMÁRIA (Antônio Ricardo da Silva Benevides) - Uma boa educação doméstica é o primeiro passo para o sucesso de um ser humano.

ABAFABANCA (Antônio Ricardo da Silva Benevides) - Até os anos 60 existiam poucas geladeiras nos lares de Itiúba.

MEU PRIMEIRO PINHO (Antônio Ricardo da Silva Benevides) - Comprei o meu primeiro violão ao Cezinha, no ano de 1966.

A MALA DA COBRA (Hugo Pinto de Carvalho) = Em tempos passados, foi muito comum em todas as feiras livres da cidade, a figura quase folclórica do vendedor de folhas, ervas e sementes medicinais da região.

CAVALO DESEMBESTADO (Hugo Pinto de Carvalho) - Como era grande a movimentação de animais de montaria no município, até a década de 1950, também era comum presenciar cenas de cavalos mais ariscos fugirem ao controle de seus proprietários ou condutores.

FESTAS JUNINAS (Hugo Pinto de Carvalho) - Os festejos de São João, Santo Antônio e São Pedro em Itiúba, sempre existiram, porém nunca alcançaram o mesmo sucesso dos carnavais locais.

O EMPRESÁRIO ADOLESCENTE (Hugo Pinto de Carvalho) - Há uma máxima no mundo dos negócios, de que a experiência é sua arma principal e, sem ela, nada prospera.

ALPARGATAS RODA (Hugo Pinto de Carvalho) - Durante os carnavais da década de 1950, foi intenso o uso desse tipo de calçado de lona com o solado de cordas, principalmente por seu confortável formato, e também por sua variedade de cores.

O CHAPÉU E O VENTO (Hugo Pinto de Carvalho) - Em salvador, existe uma rua próxima à famosa Rua Chile e ao Elevador Lacerda, com o curioso nome de “Rua do Tira chapéu”.

ZELADOR ENGRAVATADO (Hugo Pinto de Carvalho) -Nos velhos e áureos tempos do Clube 2 de Julho, cujo nome completo e pomposo era “Sociedade Filarmônica União 2 de Julho”, tinha até seu próprio zelador, Sr. Bevenuto.

A PETECA CAIU (Hugo Pinto de Carvalho) - Nos bons e velhos tempos da saudosa Escola Góes Calmon, eram muitas as brincadeiras que a criançada praticava durante a tão esperada “Hora do Recreio”.

BANHO DE CUIA (Valmir Simões) - Naquele tempo, como já foi relatado por vários escritos deste site, a nossa velha e querida Itiúba vivia no isolamento, bem distante do progresso.

MELANCIA DA PRAIA (Valmir Simões) - Às vezes fico imaginando certas coisas que no tempo de criança se fazia com a maior normalidade, sem a menor noção do que era bom ou mal para a nossa saúde

ESPREME GATO (Valmir Simões) - As brincadeiras no horário de recreio da nossa Escola Góes Calmon, marcou muito a minha infância.

A CALÇA MEIA CORONHA (Valmir Simões) - O tempo se encarrega de modificar os costumes e o jeito de ser e se vestir das pessoas.

A LAJE PRETA (Valmir Simões) - A calçada da estação, ainda estava morna, em razão da exposiçao do sol durante o dia.

NOVIDADES DA CIDADE GRANDE (Antônio Ricardo da Silva Benevides) - A calçada da estação, ainda estava morna, em razão da exposiçao do sol durante o dia.

ANOMALIAS (Antônio Ricardo da Silva Benevides) - Em toda sociedade, existem fatos, atitudes e costumes, que fogem a regra, citarei alguns deles que aconteciam em Itiúba no século passado.

PERNAS DE PAU (Hugo Pinto de Carvalho) - Todos os circos que percorriam o interior da Bahia tinham sempre um palhaço com pernas de pau, às vezes, de até dois metros de altura, encarregado de desfilar alegremente pelas ruas das cidades em que chegavam, para anunciar seus espetáculos e atrações.

SANFONA DO FOLE CHEIROSO (Hugo Pinto de Carvalho) - O Quincas, comerciante e proprietário de um velho caminhão dirigido por seu filho “Chincha”, que fazia o transporte de passageiros e cargas para as feiras livres dos povoados, gostava também de tocar uma velha sanfona.

INFERNO 17 (Hugo Pinto de Carvalho) - O filme Inferno 17, de 1953 e ainda em preto e branco, conta a história de vários prisioneiros de guerra norte-americanos em um campo de concentração nazista durante a segunda guerra mundial.

RELÓGIOS DE PAREDE (Hugo Pinto de Carvalho) - Em Itiúba houve uma época em que quase todas as residências possuíam relógios de parede, cujo mecanismo era movido por uma mola mecânica popularmente chamada de “corda”, e tinha que ser acionada diariamente.

NOMES E COGNOMES (Hugo Pinto de Carvalho) - Era costume em Itiúba quando havia duas ou mais pessoas com o mesmo apelido, os amigos acrescentarem em sua alcunha o nome do pai, da mãe, ou mesmo um complemento pitoresco, para diferenciar um do outro, e foi assim que muitas pessoas ficaram conhecidas na velha cidade.

PRECURSORES DOS HOTÉIS (Hugo Pinto de Carvalho) - As três primeiras Pensões da cidade, quase criadas simultaneamente, foram a do Sr. João do Rio – pai do Armando -, a de Dona Luiza – mãe do Solon e do João Carlos -, e  a de Dona Josefa Preta.

O FANTASMA DA ÓPERA (Hugo Pinto de Carvalho) - Todo mundo conhece o velho filme sobre o livro do escritor francês, Gaston Leurox, que narra a história de um músico com o rosto deformado, e por isso, se escondia nos cômodos subterrâneos do Grande Teatro de Opera de Paris.

OS COVEIROS (Hugo Pinto de C arvalho) - Desde sua criação, o velho cemitério São José, em Itiúba, já teve incontáveis coveiros com várias peculiaridades, como o velho Francisco Pinto, que costumava dormir na capela daquele campo-santo, mas nenhum com um apelido tão pomposo como o “Pé de Ouro” que, há anos, vem exercendo a lúgubre profissão na cidade. 

O SISAL (Antônio Ricardo da Silva Benevides) - A cidade de Valente é reconhecida pelo Governo Federal como a capital do sisal.

EXEMPLO DE VIDA (Antônio Ricardo da Silva Benevides) - No inicio dos anos 60 chegou a Itiúba um cidadão de origem peruana que se chamava Mário Figuerôa. O referido cidadão era de baixa estatura, estilo o cantor Nelson Ned e deficiente físico, não tinha as  mãos.

VENTRÍLOQUO (Antônio Ricardo da Silva Benevides) - Eu ainda era criança, todavia freqüentava a feira livre de Itiúba, que ainda hoje acontece aos sábados.

OS MEIOS DE TRANSPORTE (Antônio Ricardo da Silva Benevides) - Naquele tempo, além dos trens que faziam o trajeto de Salvador a Juazeiro, com passagem obrigatória por Itiúba, os meios de transporte que serviam nosso município, eram bastante escassos. Alguns proprietários de veículos, faziam fretes para os municípios mais próximos, principalmente para Senhor do Bonfim.

O FIM DO MUNDO (Antônio Ricardo da Silva Benevides) - Fiquei perplexo ao ler uma matéria no Jornal Correio da Bahia datado de 12-05-11, cujo título é Juízo Final.

A SECA (Antônio Ricardo da Silva Benevides) - Como o município de Itiuba sempre foi carente de água potável e muitas famílias, principalmente as mais humildes, não possuíam em suas residências, reservatório para acumular as águas das chuvas.

O CHEIRO DA BODEGA (Antônio Ricardo da Silva Benevides) - Ainda criança eu gostava de visitar e analisar as casas comerciais de Itiúba. Todos sabem que entre os anos 50 e 60 as Lojas Elegante e a Loja do Aurino, eram as maiores e mais sortidas de Itiúba. Mas eu quero comentar é a respeito das bodegas, aquelas que exalavam o cheirinho tradicional. 

O PADRE JOSÉ (Hugo Pinto de Carvalho) - Sempre vestido em sua impecável batina escura nos atos religiosos, e a branca nas festividades da igreja, o padre José Dias Lima, com sua dedicação próxima a de um apóstolo.

CAIXEIROS VIAJANTES (Hugo Pinto de Carvalho) - Nas décadas de 1940 até 1960, o movimento destes itinerantes representantes comerciais foi intenso nas cidades do interior da Bahia, principalmente os do ramo de tecidos, calçados, armarinho, chapéus e sombrinhas, e em Itiúba não foi diferente.

HOMENAGEADOS (Hugo Pinto de Carvalho) - Sempre que vou a Itiúba, surpreendo-me com alguma coisa.

A ESTRADA DE FERRO (Hugo Pinto de Carvalho) - Poucas cidades tiveram ou tem o privilégio de ter uma estrada de ferro passando justamente pelo centro da cidade, e Itiúba ganhou esta vantagem desde os remotos anos de 1887 quando seu território era ainda um mero povoado subordinado à Vila Nova da Rainha, hoje cidade de Senhor do Bonfim.

PESOS E MEDIDAS (Hugo Pinto de Carvalho) - Nas feiras livres do município, quase tudo era comercializado usando-se uma velha prática passada de pai para filho, completamente fora dos padrões oficiais dos “ Pesos e Medidas”.

MODA (Hugo Pinto de Carvalho) - Quem não se lembra da elegante, mas chamativa “Calça Boca de Sino” que tanto sucesso fez nos anos dourados?

O GRÊMIO (Hugo Pinto de Carvalho) - Como a antiga diretoria do Clube 2 de Julho era muito rígida, chegando ao extremo de não permitir que moças e rapazes que não fossem filhos de famílias tradicionais pudessem frequentar seus bailes e demais atividades,  causando com isto,  constrangimento

OS LIMITES DO MUNICÍPIO (Hugo Pinto de Carvalho) - Quando estudei ainda criança na velha e querida Escola Góes Calmon, aprendi que os limites do município de Itiúba eram os seguintes...

MARCA REGISTRADA (Antônio Ricardo da Silva Benevides) - A marca registrada que eu me refiro, não são as marcas e patentes utilizadas pelas grandes empresas do nosso país.

O TAMANCO (Antônio Ricardo da Silva Benevides) - Ainda criança, observava aqueles dois homens magros, de cor clara, cabelos lisos, narizes afilados e falando muito rápido, eles trajavam camisa e calça caqui e calçavam “tamancos”.

O FIM DAS MÁQUINAS DE ESCREVER (Antônio Ricardo da Silva Benevides) - Na década de 90, as máquinas de escrever deixaram de ser fabricadas no Ocidente pela Godrej & Boyce. Agora a referida indústria indiana, decidiu colocar o ponto final em uma trajetória de mais de um século.

HOMENS SEM MULHERES (Hugo Pinto de Carvalho) - Em alguns recenseamentos realizados em Itiúba pelo velho I.B.G.E, percebe-se claramente que a proporção da população entre  homens e mulheres, é quase uma divisão perfeita da matemática.

 

 

 

 

 

Para ler o resumo de outras crônicas clique no link a seguir: Resumo de Crônicas Publicadas

Para ler a relação completa das crônicas já publicadas neste site clique no link a seguir: Relação das Crônicas Publicadas

Clique na figura ao lado e leia as opiniões dos leitores deste site

Tanque da Nação em 2006

- Assista e divulgue esses sete lindos PPS com fotos de Itiúba, produzidos pelo Hugo Pinto de Carvalho. Clique no link abaixo, digite a senha zWdw33cx e depois clique nos PPSs que deseja assistir ou guardar:
http://hdvirtuahttp://www.inteligweb.com.br/compartilhamento/index.php?local=novoPortal

)

 

 

Não é a história da cidade. Não falamos sobre pessoas importantes e suas realizações. Não procuramos mostrar as famílias que contribuíram para o surgimento e crescimento da cidade. Registramos sim, acontecimentos simples até demais, mas que ficaram na lembrança para sempre. Falamos de pessoas que, sem saber, divertiam-nos, alegravam-nos e ensinavam-nos a viver. Lembramos de lugares onde corremos livres, brincamos, nadamos, namoramos, sorrimos e também choramos. Os fatos citados aconteceram entre os anos de 1950 e 1965. A cidade era muito pequena. Só havia luz elétrica das 18h às 22h. Não sintonizava TV. Rádio só se escutava, muito mal, em ondas curtas durante o dia e ondas médias à noite. O único transporte regular para Salvador, a capital da Bahia, era o trem de passageiros, duas vezes por semana e que gastava, pelo menos, 12 horas para fazer o percurso de 387km

Registramos sempre o lado bem humorado dos fatos e das pessoas. Alguns nomes foram trocados e os acontecimentos não seguem a ordem cronológica.

Constatei uma coisa: os filhos de Itiúba amam muito a sua terra natal. Mesmo distantes, por terem procurado outras plagas para ganhar o pão-de-cada-dia ou para melhorar os seus conhecimentos, não a esquecem e estão sempre retornando a passeio, quando tem qualquer folga, e, definitivamente, quando se aposentam.

Eu, por diversos motivos, não retornei a Itiúba mesmo já estando aposentado há alguns anos.  Não estou lá mas ela está sempre aqui comigo, no meu pensamento. E, por isso, em 2003 resolvi criar este site para falar de alguns acontecimentos simples e alegres ocorridos durante as minhas infância e juventude passadas na querida terra. Surpreso fiquei com a boa acolhida que teve, pois logo nos primeiros seis meses de existência ele já registrava quase 1.000 acessos, sem qualquer divulgação. Hoje (30/04/2007) ele já está com mais de 79.439 acessos (sendo 39.146 acessos neste site (novo visual) e 40293 no site antigo. Recebi algumas sugestões e muitas colaborações que são sempre bem-vindas. Colaborações dos meus irmãos Humberto, Hugo, Herbert, Hildebrando e Wilton , do Djalma dos Anjos, do Carlos Pires (Bentevi), do Valmir Simões e do Ivan Carvalho, todas já incluídas no site e que o enriquecem muito.

Consultem a seção Opinião do Leitor, clicando no botão acima e que também está fixo na parte superior.

No início, meu propósito era  divulgar apenas fatos engraçados ocorridos naquela época ou as peripécias dos tipos diferentes e pitorescos que por lá viveram ou passaram. Depois achei melhor não ficar assim tão preso a um assunto só e procurei diversificar cada vez mais, registrando também fatos históricos, descrição de locais bonitos e turísticos, etc. e até criei um novo site só com fotografias antigas e atuais da cidade que registrou quase 3.000 visitas em pouco mais de um ano de existência e hoje (30/04/2007) já conta com 41.204 acessos.

Embora tenha o maior cuidado para não  causar qualquer constrangimento a ninguém, qualquer pessoa citada ou seus descendentes e familiares poderão solicitar a retirada do seu nome ou da crônica completa que será feito imediatamente, sem discussão ou argumentação.

Para finalizar quero agradecer a boa acolhida e o apoio recebido e pedir  que mandem colaborações (fotos antigas, crônicas, sugestões) que poderão ser publicadas no site, na medida do possível.

Obrigado.

Fernando


Já temos uma página intitulada ITIUBÊS que objetiva relacionar palavras e expresões que foram ou ainda são usadas apenas em Itiúba ou que tem significado especial, embora não registradas nos dicionários de português. Caso lembre-se de alguma palavra assim, mande-me um mail com o vocábulo ou expressão e respectivo significado. Clique no link que esta acima desse texto e também no topo da página.

(fpcarvalho@globo.com)

Contador de visitas
Besucherzähler
Contador de visitas

 

 

<script> (function() { var cx = '016957030422024438870:up8x6fppvto'; var gcse = document.createElement('script'); gcse.type = 'text/javascript'; gcse.async = true; gcse.src = 'https://cse.google.com/cse.js?cx=' + cx; var s = document.getElementsByTagName('script')[0]; s.parentNode.insertBefore(gcse, s); })(); </script> <gcse:search></gcse:search>